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06/01/2017

Como tirar as metas do papel!

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Como tirar as metas do papel NA PRÁTICA

Tem dificuldades para tornar seus sonhos realidade? A profissional ensina o passo a passo para ser bem sucedido em sua busca pela auto realização

por Cristina Goldschmidt

Durante minha trajetória profissional, como líder e como liderada, e como coach e consultora, pude e posso observar que não é fácil para muitas pessoas colocar as metas em prática, por adotarem cinco comportamentos improdutivos:

1º: Não pensar no longo prazo

Para começarmos a tirar as metas do papel é importante ter o seguinte ponto de partida.

Se o seu ‘Eu-futuro’ (você daqui a 25 anos) viesse aqui ter uma conversa com o seu ‘Eu-atual’ sobre o resultado (matemático) de suas ações, o que ele diria?

Quais seriam os resultados nas áreas financeira, física (saúde e bem-estar), intelectual, profissional e de relacionamentos (social e íntimo)? Será que ele diria:

Olhe só o que você criou para mim, esse cansaço horrível, tantas cirurgias e internações, pouca reserva de dinheiro para comprar tantos remédios. E, além disso, agora que tenho tempo, não posso viajar, nem estar com as pessoas que conheci, me falta dinheiro, saúde e, para aumentar a minha solidão, você não se preocupou em manter contato com ninguém”.

Ou será que ele diria:

Parabéns amigão, você mandou muito bem! Foi uma ‘ginástica’ conseguir tempo para vir conversar com você. Tenho compromissos com meu grupo de estudos, reuniões com os ex-colegas de trabalho, com a turma do colégio e até com algumas ex-namoradas. Está ficando difícil conciliar tudo isso com as viagens que programei. Sinto-me tão energizado que estou pensando em aprender um novo esporte ou fazer outra faculdade”.

Então, pergunte-se: que cenário irá se configurar no futuro, se você continuar fazendo o que faz e como faz, com relação ao uso do dinheiro, ao uso de seu tempo, aos seus relacionamentos, à sua saúde e etc?

O que pode fazer a diferença de forma crucial são as suas ações no dia a dia, com relação às suas metas: elas precisam ser sustentáveis.

Acontece que, ao traçarmos novas metas, invariavelmente precisamos adotar comportamentos novos, e isso exige treino e o resultado obtido no início, quando se começa a implementar algo novo, é sempre pior, mais lento etc.

Tudo isso gera estresse e, sob estresse, o cérebro repete o comportamento que já conhece. Então, continuamos fazendo mais do mesmo, por mais que tenhamos aprendido no curso ou lido em um artigo o que não funciona.

Adotar comportamentos mais eficientes dá trabalho, e é por isso que é tão difícil colocar planos em prática.

Nesse ponto, costumamos adotar os outros quatro comportamentos improdutivos, desde o planejamento:

2º: Confundir objetivos e projetos com atividades, tarefas;

3º: Subestimar a quantidade de tempo que é de fato necessária para cumprir tarefas;

4º: Descartar as atividades de manutenção (rotineiras), e de lazer como se elas não ocupassem tempo;

5º: Não se preparar para possíveis percalços ou obstáculos.

Assim ocorre, por exemplo, quando alguém traça o objetivo de estudar um idioma. Então, decisão tomada, e aí o que fazer? É aqui que começam as atividades que ocupam tempo e sobre as quais, geralmente, as pessoas não pensam.

Estudar um idioma passa a ser um projeto pessoal ou profissional; não é uma atividade; ir às aulas e fazer as tarefas serão duas atividades relativas à execução desse projeto e que ocuparão tempo.

Mas, antes disso, o que é preciso ser feito para começar o curso? Levantar informações para escolher qual será, escolher e fazer a matrícula; como será feito? Por telefone? Pesquisa na internet? Conversarei com quem já está no curso? Quando será feito e quanto tempo leva? Com que antecedência?

São muitas tarefas envolvidas, o que requer uma administração eficiente do tempo. Todos os comportamentos envolvidos na administração eficiente do tempo podem ser treinados e melhorados.

É possível, incialmente, trabalhar em duas etapas:

Clareza de objetivos e projetos: Prepare uma lista de objetivos ou projetos pessoais e profissionais; classifique os objetivos e projetos quanto ao impacto positivo em relação às suas metas de vida, que incluem áreas da vida como: profissional, amigos, família, lazer, financeira, física (saúde e bem-estar), intelectual etc.

O hábito de raciocinar no “modo Plano de Ação” ajuda você a identificar as atividades que são realmente necessárias para realizar um objetivo, facilitando assim a sua organização diária.

Anote o que precisa ser feito para realizar aquele objetivo ou projeto; descreva brevemente como aquela atividade pode ou deve ser feita.

Anote quando você realizará a atividade (escreva datas, as atividades podem levar mais de um dia para serem completadas); e, no final, anote os possíveis percalços ou obstáculos que podem atrapalhar as tarefas de seu plano de ação.

Ao lado de cada um, o que será feito para contornar o obstáculo, ou seja, o plano B.

Lembre-se: Você é humano e o seu cérebro também e sob estresse, o cérebro repete o comportamento que já conhece. Então, continuamos fazendo mais do mesmo, por mais que saibamos que não funciona. Por isso, é importante exercitar, repetir e persistir.

O foco é uma das competências mais importantes e necessárias para o alto desempenho. Gerenciar distrações, internas e externas, é fundamental para manter-se focado em seus objetivos.

No workshop Metas 2017 em ação, além de acessar a sua visão de longo prazo, montar um planejamento realista e se preparar para os obstáculos, você terá acesso a exercícios para manter-se focado em suas metas, gerenciando distrações internas e externas.

Saiba mais clicando neste link!

Rodapé Cristina

Fonte: Empregos.com.br

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