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06/07/2009

A vida corporativa como ela é…

A VIDA CORPORATIVA COMO ELA É

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009


1 - Competência não é o mais importante
Não é só talento e trabalho duro que garantem seu emprego, mas a percepção que a companhia tem sobre você. Para descobrir isso, tente se olhar como se fosse o dono da empresa. Será que você é alguém que está alinhado com os interesses e políticas da companhia? Você trabalha com entusiasmo e senso de propriedade, ou está pensando apenas em pegar seu salário no fi m do mês?

 
2 - Os otimistas se saem melhor
Você tem todo o direito de ser do tipo que sempre enxerga o copo meio vazio. Acontece que as empresas costumam valorizar mais os otimistas, que, geralmente, passam a idéia de ser mais bem-sucedidos.

 
3 - O RH não é seu amigo
Não use o RH como confessionário, achando que ele é algo à parte. É claro que o que você disser não vai ser espalhado aos quatro ventos, mas, em determinadas circunstâncias, pode ter de ser revelado para quem toma as decisões na companhia, ou seja, seu chefe, outros executivos, o CEO. Sendo assim, suas “confidências” podem tirá-lo do páreo na hora de decidir, por exemplo, as promoções de sua área.

 
4 - Pare de provar e comece a providenciar
Se você acabou de ser promovido e ganhou uma equipe, não caia na armadilha de ficar provando que aquele cargo lhe pertence. Esse é um erro que a maioria das pessoas comete. Além de ser ruim para seu futuro na nova posição, agindo assim você vai afastar quem realmente o ajudará a se consolidar como gestor: sua equipe. Por isso, coloque-se a serviço do time e trabalhe para que todos consigam finalizar, e bem, o que têm para fazer. Esse é seu trabalho agora.

 
5 - Não revele a sua idade
O problema não é os outros saberem quantos anos você tem, mas agir de maneira a reforçar o medo que a empresa associa a profissionais desatualizados. Portanto, mantenha-se bem informado e risque do seu discurso frases como: “No meu tempo era assim” ou “Não sou bom com essas modernidades tecnológicas”.

 
6 - Não é inteligente ser inteligente
Geralmente, os recém-chegados são os mais ansiosos para mostrar o que sabem. E acabam se tornando muito inconvenientes, porque querem corrigir tudo — inclusive o chefe. Então, antes de falar, veja se suas idéias são bem-vindas.

 
7 - Para progredir na carreira, os outros têm de achar que você faz seu trabalho com o “pé nas costas”
Mesmo que esteja atolado, não demonstre. Se você parece sempre atarefado e ansioso, dificilmente vai ser cotado para receber uma promoção, que, no final das contas, significa mais trabalho pela frente.

 
8 - Pegue trabalho extra
Melhor ainda se for alguma coisa que seu chefe não gosta de fazer ou algum trabalho de uma área estratégica. Ao agir assim, você mostra para todos que dá conta do recado — não só do seu, mas do trabalho dos outros também.

 
9 - Ter amigos na empresa pode ser perigoso
Certa vez, conheci uma moça que era ótima profissional, do tipo entusiasmada com o trabalho e feliz com a empresa. Acontece que ela tinha uma amiga que era o oposto. Em um processo de demissão, essa moça foi para a rua junto com a outra. Ficou surpresa, claro! O problema é que a empresa achava que ela tinha sido “contaminada” pela outra e que iria se tornar uma profissional tão negativa quanto a amiga. Por isso, tome cuidado com suas amizades, ou seja discreto para não ser prejudicado.

 
10 - Falar sobre a vida pessoal no escritório pode prejudicar sua carreira
Você falou sobre seu divórcio para quem quisesse ouvir, inclusive para o chefe. Pouco tempo depois, ele tem que decidir quem vai tocar o novo projeto da área. Aí, ele pode pensar assim: “Não vou passar para o fulano que acabou de se divorciar para não estressá-lo ainda mais”. Entendeu agora por que você deve evitar comentar sobre sua vida pessoal no escritório?

 
11 - Quem merece não consegue aumento
Pedir aumento usando um “eu mereço” como argumento é a melhor maneira de conseguir um “não” como resposta. A empresa não quer saber se você merece ou não, mas se você agrega valor para os negócios. Então, esse deve ser sempre o pano de fundo do seu pedido.

 
12 - Nem pense em tirar um mês de férias
Hoje, com a velocidade com que as coisas acontecem, esse é o caminho certo para se tornar dispensável. As companhias são como organismos que se adaptam rapidamente a uma condição adversa — no caso, sua ausência. Melhor tirar uma semana de cada vez. Sete dias são a medida certa para fazer as pessoas sentirem falta de você e de seu trabalho.

 
13 - Para perder a batalha, comece a se defender
Em algum momento da carreira, você vai se confrontar com alguém. Isso é certo. Assim como também é certo que a empresa (e o chefe) não quer saber quem tem ou não razão. O que está sendo observado é como você lida com a situação. Por isso, na hora da discussão, resista à tentação de se defender. Simplesmente ouça. Pode apostar que você vai ser visto com outros olhos se começar a se comportar dessa maneira.

 
14 - A avaliação de desempenho não é sobre o seu desempenho
Nessas avaliações, o que está em jogo não é sua opinião sobre seu trabalho, mas como o chefe percebe sua performance. Para não ter surpresas ruins da próxima vez, é bom marcar reuniões periódicas para ver o que ele espera de você. E, na hora H, não se desculpe, não acuse ninguém nem diga que você já fez o que ele pediu.

 
15 - Não use a avaliação de desempenho como a única ocasião para dar feedback
Não espere uma ocasião formal para posicionar sua equipe sobre sua percepção das coisas. Assim, você prepara o espírito das pessoas para a avaliação de desempenho. E ganha a confiança delas, porque vai soar mais coerente.

 
16 - Se está tentando fazer sua equipe gostar de você, provavelmente já perdeu o respeito dela
A necessidade de ser querido pela equipe pode ser mortal para um gerente novo no cargo. Se você está preocupado com isso, é muito provável que não esteja agindo como gestor. Melhor não misturar as coisas. Afinal, você está lá para ajudar o time a se desenvolver, e não para ser amigo das pessoas.

 
17 - O problema não é errar, mas a maneira como você lida com isso
Todos cometem erros — do contínuo ao presidente. Na verdade, erros são um bom sinal porque mostram que as pessoas estão tentando novas soluções. Então, sua preocupação não deve ser com o erro em si, mas com a maneira como você age nessa situação: se assume a responsabilidade, mostra que aprendeu e que o fato não irá se repetir.

 
18 - Só porque você é o chefe não tem que saber todas as respostas
Você não é guru para ficar dando conselhos e resolvendo problemas para seus subordinados. Agindo assim, você está criando um bando de dependentes. Como gestor, seu trabalho é ajudar o time a descobrir a solução.

 
19 - Sua mesa diz quem você é
O visual de seu espaço de trabalho deve refl etir seu profissionalismo, não seu estilo pessoal. O dono de uma mesa bagunçada corre o risco de ser visto como um profissional caótico. Por outro lado, uma mesa vazia pode passar a mensagem de que a pessoa está só de passagem ou, pior, que não trabalha ali.

 
20 - Proteja seu “novo eu”
Você decidiu mudar de postura para melhorar sua situação no trabalho? Perfeito! Mas não entre em detalhes quando vierem perguntar por que você parece tão diferente. Diga apenas que percebeu como gosta do que faz. É o que eu chamo de proteger seu “novo eu”. Isso é importante até que a mudança se torne consistente e a empresa perceba que você realmente amadureceu.

 

Fonte:

novobanner4

20/06/2009

Profissões de futuro – Tendências do Mercado de Trabalho

 AMAC2A

Tendências do Mercado de Trabalho

Profissões de futuro

Estudo da revista @prender revela as principais tendências mundiais de profissões e mercado de trabalho

Buscando trazer para o leitor o que há de consensual nos estudos prospectivos quanto ao futuro das profissões e do emprego no mundo, a Revista @prender pesquisou mais de 100 fontes de informações sobre o tema e selecionou as principais tendências mundiais quanto o mercado de trabalho e as profissões.

Consenso
Apesar da chamada da matéria referir-se ao que há de consensual nas opiniões dos especialistas quanto ao futuro das profissões e do mercado de trabalho, a primeira constatação a que chegamos, após a consulta a mais de uma centena de fontes, é que não há nenhum consenso sobre esse assunto.

Por um lado, encontramos os "profetas do apocalipse", pessimistas de carteirinha que acreditam em um futuro sombrio, com metade da população humana desempregada ou sub-empregada, vivendo em crises sociais constantes. Por outro lado, os crédulos que apostam em um futuro radiante, com oportunidades crescentes e a ociosidade sendo valorizada cada vez mais.

No meio do caminho há um grupo de especialistas mais cautelosos. Inseguros quanto às incertezas do futuro, preferem acompanhar as tendências e realizar análises baseadas em possíveis cenários. Para esses, há apenas uma certeza: empregos e profissões mudarão muito nas próximas décadas.

Ceticismo
Mesmo assim, não são todos os especialistas que concordam que as mudanças serão tão radicais. Para esses mais céticos, serão poucas as profissões realmente novas no futuro. O que mudará será a forma de se trabalhar e aumentará o leque de opções de carreira para cada profissão tradicional. Por exemplo, a profissão de jornalista será incrementada com todas as derivações das novas mídias, como a Internet e a teleconferência, o que possibilita a esse profissional múltiplos direcionamentos para a sua carreira, sem que se precise criar novas profissões para tal.

O professor de economia da USP e da Mackenzie, Dr. Roberto Macedo, utilizou uma metáfora para descrever a realidade profissional: "no mundo do trabalho navegamos, como um surfista, com a nossa competência como tal, mais a prancha, diploma ou profissão que escolhemos. Não temos, contudo, controle sobre as ondas de oportunidades que surgirão, nem mesmo se elas virão na praia profissional escolhida. Especular sobre as profissões do futuro é como teorizar sobre as ondas que virão. O correto é estar preparado para enfrentá-las, independentemente de suas características".

Paradoxo
O mais dramático paradoxo dessa época em que as taxas de desemprego aumentam em todo o mundo, é que as empresas apresentam, cada vez mais, uma carência crônica de mão-de-obra especializada. Vagas ociosas em diversas áreas por falta de pessoas capacitadas para ocupá-las e, o que é pior, as instituições de ensino não estão capacitadas para formar profissionais com o perfil necessário para preencher estas vagas.
Para o professor Gilson Schwartz, autor do livro "As Profissões do Futuro", "há nas empresas uma procura por trabalhadores que as escolas estão sendo incapazes de oferecer".

Esclarecimento
Existem duas distintas possibilidades de abordagem, que encontramos no decorrer de nossa pesquisa. Alguns especialistas, ao se referirem sobre esse tema, abordam as profissões do futuro de forma literal: são profissões que ainda não existem ou apenas estão começando a existir como tal. Para outros, o enfoque é mais nas profissões de futuro, ou seja, profissões tradicionais que se modificam e se ampliam, passando a ter maior valorização e oportunidades em um mercado globalizado.

O Mundo das Profissões

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Entretenimento                                                                                        Essa é a palavra de ordem no mundo do futuro. Nove em cada 10 especialistas admitem que o entretenimento permeará a maior parte das atividades humanas. Da educação ao marketing, passando pela prestação de serviços e pelos ambientes de trabalho, para chegar finalmente ao turismo, seu carro chefe, o entretenimento estará presente no modo de se fazer as coisas em boa parte das profissões e do dia-a-dia do planeta nas próximas décadas. 

Autenticidade
Ainda na concepção do entretenimento como peça central da sociedade contemporânea, haverá uma profunda reestruturação da concepção e do modus operandi do entretenimento. Aos poucos, o predomínio do cinema e da televisão perderá espaço para as atividades de diversão estruturada, como parques temáticos, acampamentos, esportes coletivos, entre outros. São atividades de "emoções planejadas", onde a pessoa paga para sentir determinado tipo de emoção, com total segurança e previsibilidade. Passado mais algum tempo, as pessoas se cansarão de tanto artificialismo e irão em busca de emoções mais autênticas. Experiências reais, de contato com pessoas "reais", com desfechos nada previsíveis, mas com riscos relativamente baixos.

Experiências
No campo das experiências "reais" é onde residem as maiores oportunidades profissionais do século XXI. Eis o grande desafio para a nossa criatividade. As emoções provocadas pelos filmes de Hollywood não serão mais suficientes. Elas agora precisam ser vivenciadas, experimentadas por todos os órgãos dos sentidos, não mais apenas pela visão.

 A Era do Utilitarismo
Até mesmo a França, que se orgulhava outrora de ser a "mãe das letras e das artes", agora só pensa em eficiência, performance e utilidade. Para a professora emérita da FFLCH da USP - Leyla Perrone-Moisés, desde a Idade Média até meados do século 20, os estudos humanísticos, sobretudo nas suas vertentes filosóficas e literárias, ocuparam um lugar de honra nas universidades. "Os extraordinários avanços científicos e tecnológicos do século passado, recebidos não apenas como valiosos, mas também como prioritários, relegaram os estudos humanísticos a um lugar secundário. A globalização econômica e a conseqüente submissão de todos os países à lógica do mercado tendem agora a desferir o golpe definitivo contra esse tipo de estudo".

Cursos Tradicionais
Seja por questões culturais, por falta de conhecimento, por tradicionalismo ou por status, os cursos mais concorridos nas universidades não são os de melhores perspectivas profissionais, mas sim os mais tradicionais. Segundo o vice-reitor da Unesp, Profº Dr. Paulo Cezar Razuk, os "cursos mais concorridos são aqueles ligados as profissões mais tradicionais que, por sinal, algumas delas, a médio prazo, estarão fadadas ao desaparecimento".

Escolha da Carreira
Por imaturidade, desconhecimento, inexperiência e falta de apoio, o jovem brasileiro tem sérias dificuldade na escolha de sua carreira. A influência da família e de amigos, aliada a falta de informações são os fatores que mais pesam na tomada de decisão por parte do jovem vestibulando. Na dúvida, cheio de insegurança, mais de 70% dos jovens optam pelas carreiras tradicionais, já totalmente saturadas no mercado, como medicina, direito, engenharia, odontologia e outras mais. Caberia à escola o papel orientador, mas essa prefere presenciar inerte seus alunos lutando desesperadamente pela aprovação em um curso "tradicional", para amanhã estarem desempregados ou subempregados.

Diminuição da Importância do Diploma Universitário
Dois fatores serão os principais responsáveis pela perda de valor do diploma universitário enquanto instrumento de ascensão social e profissional: a conscientização da necessidade de educação permanente e as novas exigências do mercado de trabalho, como por exemplo: capacidade de aprendizado, assertividade, criatividade, adaptabilidade, flexibilidade e autodidatismo, que são habilidades de difícil mensuração, que não podem ser atestadas através de um diploma.

Setores de maior probabilidade de crescimento para as próximas décadas

  • Informática
  • Saúde
  • Meio Ambiente
  • Turismo, lazer e entretenimento
  • Biotecnologia
  • Administração
  • Tecnologia da Informação
  • Terceiro Setor
  • Educação

"Profissões do Futuro"

  • Administradores de Comunidades Virtuais
  • Engenheiros de Rede
  • Gestor de Segurança na Internet
  • Coordenadores de Projetos
  • Consultor de Carreiras
  • Coordenadores de Atividades de Lazer e Entretenimento
  • Designer e planejador de Games
  • Gestor de Patrocínios
  • Gestor de Empresas do Terceiro Setor
  • Especialista na preservação do Meio Ambiente
  • Engenharia Genética
  • Gerentes de Terceirização
  • Gestor de Relações com o Cliente
  • Especialista em Ensino a Distância (EAD)
  • Tecnólogo em Criogenia

Profissões de Futuro (com possibilidade de crescimento)

  • Turismo
  • Hotelaria
  • Sistema de Informações (Informática)
  • Comunicação Social
  • Moda
  • Administração
  • Gastronomia
  • Logística
  • Marketing
  • Telecomunicações
  • Comércio Exterior e Relações Internacionais

Realidade Americana
O Departamento de Estatísticas do Trabalho dos EUA publicou recentemente um estudo de previsão das áreas de emprego que terão o maior crescimento nos próximos 10 anos. Informática está em primeiro lugar, e Saúde em segundo. Espera-se que o número de pessoas empregadas nas indústrias de computação dos EUA cresça de 1,2 milhão para 2,5 milhões nesse período, e o das pessoas empregadas na área de saúde, de 1,17 milhão para 1,97 milhão. Entre os dez cargos que crescerão mais rapidamente, nove serão gerados por esses dois setores: administradores de bases de dados e redes, engenheiros de computação, analistas de sistemas, assistentes de fisioterapia, assistentes de atenção doméstica (home care), assistentes médicos, fisioterapeutas e assistentes de terapia ocupacional. Os médicos não estão entre as carreiras que crescerão significativamente.

Situação do Brasil
Segundo o Professor José Pastore, caso a economia se mantenha estável, espera-se que sejam gerados uns 20 milhões de novas posições de trabalho até o ano 2005. Para Pastores, "a oferta será maior no setor de comércio e serviços que absorverá uns 62% da força de trabalho: a indústria responderá por 22% e agropecuária 16%. Portanto, dos 20 milhões de posições a serem criadas, 12,4 serão no comércio e serviços: 4,4 na indústria; e 3,2 na agricultura".
Ainda segundo Pastore, dentro do comércio e serviços, o que promete crescer mais são as profissões nos campos da saúde, educação, hospedagem, alimentação, lazer, seguros, administração, corretagem imobiliária, compra e venda - em especial, via telefone, Internet e fax e uma forte procura por profissionais ligados ao comércio internacional. De um modo geral, tenderão a aumentar as profissões que envolvam contato com outras pessoas - agentes de seguros, recepcionistas de hotel, garçons, maitres, professores, advogados, assistentes sociais, enfermeiros, paramédicos e profissionais que trabalham com crianças e velhos. 

Carreiras Inusitadas 1
A revista francesa Techniques Magazine, em edição de setembro do ano passado, publicou uma lista de 28 carreiras poucos comuns que, segundo ela, serão destaque nos últimos 10 a 25 anos. Entre elas se destacam Arqueólogo Submarino, Consultor de Lazer, Gerente de Centro de Informações, Tecnólogo em Bateria de Células Combustíveis Automotivas, Tecnólogo em Correio Eletrônico, Tecnólogo em Medicina Biônica e Terapeuta de Horticultura.

Carreiras Inusitadas 2
A revista americana Time publicou um caderno no mês de março desse ano em que apresenta, de forma bem humorada, suas previsões para as profissões do século XXI. Entre as previsões da Time estão:

(a) Engenheiro de Tecidos Celulares - que atuarão na fabricação de órgãos humanos artificiais;

(b) Programador de Genes - que trabalharão com o mapeamento e alterações no código genético dos seres vivos para evitar e combater doenças e desenvolver medicamentos;

(c) Farmofazendeiro - juntando as habilidades agrícolas com as farmacêuticas, esse profissional vai produzir grãos geneticamente modificados com a ajuda da engenharia genética;

(d) Organizadores de dados - profissional com a habilidade de organizar o turbilhão de informações que todos os dias é produzido por institutos de pesquisas, ONGs, governos, imprensa, universidades, e selecionar as informações necessárias, sintetizá-las e contextualizá-las;

(e) Atores e escritores virtuais - para atuarem em filmes e fotonovelas veiculados apenas na Internet;

(f) Engenheiros do conhecimento - profissionais capazes de criar inteligência artificial ou traduzir o expertise de especialistas e reproduzi-lo em softwares.

Diminuição da Duração dos Cursos no Ensino Superior
Acredita-se que em futuro próximo os cursos de graduação terão de um a três anos, no máximo, de forma que o indivíduo inicie seu processo profissional o quanto antes, mantendo a vida estudantil concomitantemente a vida profissional. Atualmente, mais da metade das pessoas que se formam no Ensino Superior dos EUA fizeram cursos de duração inferior a três anos. No Brasil, esse movimento tem início com o crescimento e popularização dos cursos seqüenciais, que são cursos superiores de formação específica com duração de dois anos.

Cursos Seqüenciais
Apesar das significativas possibilidades de crescimento dos cursos seqüenciais no Brasil, há uma grande preocupação com o mercado de trabalho para os egressos dessa modalidade de curso. Os que forem em áreas específicas, que não concorrem com a graduação, terão grandes chances de sucesso. Os que forem apenas uma "graduação" reduzida para dois anos, devem fracassar por não oferecer ao egresso condições adequadas para concorrer no mercado de trabalho.

Mercado de Trabalho
O encolhimento e o desaparecimento de diversos mercados de trabalho é um movimento que já vem sendo acompanhado há mais de duas décadas. Só agora, no entanto, ele se configura como irreversível. Não há governo ou sindicato que possa alterar esse quadro. Absolutamente nada poderá deter a marcha da imprevisibilidade. Profissões desaparecerão, mas novas oportunidades surgirão. O que as pessoas precisam entender é que as coisas não serão mais como eram antes. Uma carreira não tem como ser planejada para toda a vida. Já está longe o tempo em que passar no concurso do Banco do Brasil era garantia de segurança "eterna".

Para o Doutor em economia e articulista do jornal A Folha de São Paulo - Gilson Schwartz, o mercado de trabalho, no sentido convencional da expressão, sumiu. Para ele, esse "desaparecimento" do mercado pode ter sete diferentes significados:

  • Encolhimento do mercado, existindo menor oferta de empregos devido a retração da economia.
     
  • Desaparecimento do mercado através da substituição de certas profissões por máquinas e computadores, ou ainda, pela eliminação do processo de intermediação. Por exemplo, já é previsto o fim dos agentes de viagens devido a gradativa eliminação da intermediação na compra de passagens.
     
  • Flexibilização do mercado com as mudanças das leis trabalhistas e o aumento do trabalho realizado de forma "alternativa" ao convencional (CLT).
     
  • Virtualização do mercado com a transferência de diversos serviços para dentro da Internet, como por exemplo, os serviços bancários, os serviços de representação comercial etc.
     
  • Degradação do mercado pela perda do status de determinada profissão ou pela deteriorização progressiva de uma carreira, como por exemplo, a carreira de policial no Brasil.
     
  • Barreiras etárias à entrada no mercado em função da dificuldade que trabalhadores acima de 45 anos encontram para conseguirem uma colocação profissional.
     
  • Irrelevância do mercado, já que muitas pessoas estão encontrando outras formas de sobreviverem, livres e distantes do mercado formal de trabalho.

Emprego
Sonhar em achar um emprego que se adapte às suas preferências e qualificações está se tornando um conto de fadas. Não é mais o mercado que vai se adaptar ao seu perfil. Você precisa estar em constante mudança para adaptar-se ao perfil do mercado. O trabalhador precisa acompanhar as tendências e conjunturas e estar preparado para ir se adaptando a elas o tempo todo. Neofilia, o gosto pelo novo, pela mudança, é a palavra de ordem na seleção profissional.

Competências, Habilidades e Atitudes do Profissional do Século XXI

  • Capacidade de trabalhar em equipe
  • Domínio de idiomas
  • Domínio de informática
  • Autodidatismo
  • Reciclagens periódicas
  • Atualização permanente
  • Neofilia
  • Cidadania e responsabilidade social
  • Habilidade em tomada de decisão
  • Capacidade de aprender a aprender
  • Capacidade de associação de idéias
  • Liderança
  • Visão de Conjunto

Profissionais Multímodas
Além da competência e habilidades necessárias ao profissional do futuro, há um item de fundamental importância: o nível de abrangência das capacidades desse profissional. Os termos para designá-lo são muitos: profissional híbrido, multifuncional, polivalente, multímoda, interdisciplinar, entre outros. O que importa é que ele tenha a capacidade de expressar e aplicar seu conhecimento, competências e habilidades de muitas maneiras. Podemos apresentar como por exemplo de de profissional multímoda,, um nutricionista que está apto a dar consultoria pela Internet, realizar palestras sobre o tema que domina, fazer auditoria nas empresas em que atua e selecionar profissionais do ramo para atuar nos locais em que dá consultoria. 

 
Especulação
Temos o senso crítico necessário para saber que um texto como esse não passa de mera especulação. Mesmo embasada em evidências concretas e análises estatísticas, tentar prognosticar o futuro das profissões em um mundo em constantes mudanças, não tem como deixar de ser um exercício de especulação. Mas nem por isso deixa de ter sua utilidade. As grandes descobertas, inventos e negócios da humanidade no decorrer da história, vieram em situações onde seus atores tentaram antecipar o que estava por vir.
Mesmo com toda a especulação e incerteza, uma coisa pelo menos é certa. No mundo do futuro, haverá muito poucas oportunidades para a mão-de-obra desqualificada. Daí surge o mais promissor de todos os setores profissionais - o setor da Educação.

Esta matéria foi publicada na Revista Aprender




04/06/2009

Organize e mantenha a sua rede de contatos - networking

16 Dicas de Networking ou Rede de Relacionamentos

A rede de contatos ou networking é uma espécie de parceria onde as pessoas que fazem parte deste círculo de contatos trocam informações, influência e aprendizado profissional, e se ajudam mutuamente em ocasiões como: indicação para um novo emprego ou realização de um negócio.
 
Construir uma rede de relacionamentos é tão importante que já estão surgindo no mercado as agências de networking. Elas fazem agendamento de happy hour para executivos que querem ampliar sua rede de contatos. Um exemplo, é a Table for Six, de São Paulo, citada pela revista VOCÊ S.A (edição 101, novembro 2006) como uma agência de networking.
 
Vejamos algumas dicas práticas para um profissional desenvolver uma boa rede de contatos.
  • Dica 1 – desenvolva interesse genuíno pelas pessoas que pretende incluir em sua networking. Não procure as pessoas apenas quando estiver precisando de favor.
                 
  • Dica 2 – esteja sempre disponível para ajudar as pessoas de sua rede na medida de suas possibilidades, e sempre retribua um favor na mesma “moeda”.
                 
  • Dica 3 – tornar-se palestrante ou professor ajuda a criar um ciclo de contatos.
                   
  • Dica 4 – freqüentar cursos, palestras e convenções coloca o profissional em contato com pessoas de diversos setores.
            
  • Dica 5 – participar de associações, comitês e entidades gera muitos contatos profissionais.
           
  • Dica 6 – procure fazer contatos com pessoas de áreas diversas de seu setor de atividade.
        
  • Dica 7 – turbine a utilização de seu cartão de visita, utilize-o de maneira dinâmica.
          
  • Dica 8 – faça contatos personalizados, evite mandar e-mails para diversas pessoas ao mesmo tempo.
           
  • Dica 9 – quando indicar uma pessoa para outra de sua networking, avise antes, apresente-as.
           
  • Dica 10 – faça contatos freqüentes, uma boa dica é criar um networking no MSN e, sempre que possível, esteja presente trocando idéias com este grupo.
           
  • Dica 11 – evite falar muito nas conversas, procure ouvir mais e obter informações e conhecimento sobre as pessoas.
          
  • Dica 12 – procure mostrar sempre que você pode ser útil à sua rede de contatos.
           
  • Dica 13 – avise sempre o que está fazendo profissionalmente, seja trocando de emprego, realizando um novo empreendimento, escrevendo artigos, dando entrevistas, etc.
          
  • Dica 14 – tenha um blog e convide todos de sua rede de relacionamento para visitá-lo e contribuir com artigos e notícias.
          
  • Dica 15 – esteja sempre disponível para sua networking.
          
  • Dica 16 – lembre-se do nome das pessoas e data de aniversário.
            Social Networking Image 
Estas são algumas dicas de como construir e manter uma networking. Elas devem ser adaptadas a sua realidade, ao seu estilo profissional e ao seu perfil. Algumas combinarão melhor com você, outras não, mas é fundamental analisar todas elas e escolher as mais úteis para desenvolver sua rede de contatos.
Portanto, procure priorizar em sua vida profissional este importante meio de promoção pessoal, sempre com uma visão de médio e longo prazo, pois, como diz a sabedoria popular “o mundo dá muitas voltas”, e numa destas voltas uma pessoa de sua networking poderá desempenhar um papel fundamental em sua carreira. 

Marketing Por Ari Lima Assinar feed do autorE-mail jari_limaj@yahoo.com.br

Fonte: AlgoSobre

12/05/2009

Vendedor: suas técnicas e estratégias …

Vendedor: suas técnicas e estratégias

Caio Lauer

 

Uma das atividades mais antigas exercidas pelo homem é a venda. Desde os tempos em que não tínhamos sistema monetário, as trocas materiais já eram realizadas, buscando algo mais benéfico para vida de cada um.


Acelerando o tempo e o espaço, já na época da industrialização, a profissão de vendedor tornou-se muito importante para as corporações e a variedade de serviços e produtos oferecidos aumentava cada vez mais. Enquanto, na antiguidade, a profissão era vista com certa marginalidade (caixeiros-viajantes, pessoas que não tinham muitas opções de ofício na época, vendiam produtos para sobrevivência), atualmente a profissão se tornou cada vez mais complexa, com técnicas, ações de marketing e grande preocupação com o relacionamento com o cliente.


O vendedor, normalmente, é o responsável por alcançar os objetivos mais importantes de qualquer empresa: o faturamento e a lucratividade. E quando se fala em equipe de vendas, o compromisso com metas e objetivos é essencial para o alcance geral. Sem esse comprometimento, o todo é atingido diretamente. Segundo Marcelo Ortega (www.marceloortega.com.br), vendedor, consultor e palestrante de vendas, é por isso que muitas empresas trocam tanto suas equipes e os vendedores por sua vez, ficam respeitando a lei 80/20: onde 20 % da equipe normalmente faz 80% do resultado. O empresariado valoriza o vendedor que faz parte dos 20%, aqueles que encaram metas como leis a serem cumpridas e trabalham como se a empresa fosse sua também. “O vendedor intraempreendedor é aquele que age como dono do negócio e por isso, é mais reconhecido e engajado na empresa”, enfatiza.

 
Uma camada na área comercial muito forte no Brasil são as vendas diretas, onde o vendedor autônomo representa uma empresa, oferecendo seus serviços e produtos – hoje o mercado de vendas diretas possui mais de 2 milhões de profissionais em todo país. O vendedor desse segmento tem características peculiares. “A venda direta tem uma rede de distribuição, uma capilaridade muito grande. O foco é oferecer serviços e produtos fora de estabelecimentos comerciais fixos, como shoppings, supermercados e lojas”, explica Lírio Cipriani, presidente da ABEVD (Associação Brasileira de Vendas Diretas). 88% dos produtos desse ramo são para cuidados pessoais, enquanto os outros 12% estão divididos entre produtos com fins nutricionais e de cuidados para o lar.

 
O conhecimento essencial em vendas é: quem compra e por que compra. Rastrear o público-alvo, saber seus costumes, perfis econômicos, faixa etária e salarial, segmento de atuação, detalhes pessoais como hobbies, modo de vida, meio social, valores, entre outros aspectos torna-se a isca para o sucesso. “Produtos parecidos, preços similares e qualidade nivelada é uma realidade de mercado a qualquer produto ou serviço. Sempre haverá um concorrente à altura e, portanto, quem quer competir com sucesso, precisa ter intimidade com o cliente”, explica Marcelo Ortega. Lírio Cipriani enfatiza que no ramo de vendas diretas esse relacionamento com o cliente é ainda mais estreito: “A própria descrição da atividade da venda direta é a distribuição de produtos para amigos, familiares, vizinhos, colegas de trabalho etc. E para conquistar credibilidade, é necessário também ter a garantia de uma empresa idônea por trás do vendedor”.

Já Ricardo Furlan, gerente de vendas da Attualitá Móveis e com experiência no cargo há mais de 6 anos, dá sua visão na prática: somente conhecendo seu público–alvo, você poderá escolher os produtos certos para tal local, fazer a arrumação da loja o "layout" com a "cara" do seu público, para que todos se sintam bem à vontade. Após uma pesquisa local, estipular uma situação de planos de pagamentos com produtos assim determinados a cada região e público”.


Planejamento, Estratégia & Ética

 
Parte fundamental no processo de conquista de mercado vem da preparação, planejamento e estratégia. O intuito é evitar queda nas vendas por motivos externos como crise econômica, negativas de clientes e falta de demanda em geral. Os vendedores, em tese, fazem seu próprio salário e a crise atual é um bom exemplo de como driblar adversidades. Nestas situações, quem oferece o produto ou serviço deve mudar conceitos, forma de trabalhar, a linguagem de venda e a capacidade de seduzir e atrair novos clientes.

 
Para exemplificar, Marcelo Ortega faz uma analogia com a limpeza de um guarda-roupa: “O lado positivo da crise, aproveitando esta analogia, é a reorganização que ela pode provocar, permitir e facilitar. Se sua empresa tem uma roupagem ultrapassada ou surrada, é hora de mudar. Deixe de lado aquilo que não tem mais utilidade, ou não está surtindo nenhum efeito e procure perceber se os discursos de vendas, os materiais promocionais, o marketing, a apresentação geral do negócio, da fachada a indumentária, tudo pode ser reformado, melhorado ou retomado, caso não se use mais”.

 
Outro ponto que deve ser ressaltado é o conceito ultrapassado de que o vendedor é um “enrolador”, que promete muito, mas o resultado nunca é a compatível às promessas. Mundo globalizado, concorrência acirrada e muitas opções não permitem mais profissionais desse tipo. A ética em vendas é um valor a ser disseminado em todas as camadas da cadeia de vendas, especialmente porque é fundamental o relacionamento duradouro com os clientes, tão disputados pela concorrência.
“Nós (ABEVD) temos um código de ética e conduta que as empresas divulgam para sua rede de distribuição”, explica Lírio Cipriani. Já Ricardo Furlan exemplifica uma situação na loja em que atua: “após a abordagem, perguntar para seu cliente o que procura. Mostrar o produto, e se puder mostrar vários modelos diferentes (mesmo aquele que ele não perguntou), você mostra. Pois assim, você irá mostrar que você está tão interessado em vender, como ele em comprar.


Vendedores precisam saber o que dizer, serem entendidos e obter informações dos clientes. O “saber perguntar e ouvir” é essencial. Funciona como base para planejar estratégias, aprimorar técnicas e estreitar relacionamentos.

 

Fonte: 

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11/04/2009

Educação X Ensino

A VIDA - EDUCAÇÃO E ENSINO




Em princípio podemos considerar a vida do ser humano como sendo o período de existênca entre o nascimento e a morte.


Há que se cogitar, todavia, da possibilidade de existência anterior ao nascimento e posterior à morte física.


Sem qualquer distinção de raça, de posição social, de crença religiosa, ou de qualquer outra diferenciação pessoal, estamos todos matriculados na mesma Escola da Vida que tem por escopo proporcionar ao homem a sua educação no mais amplo sentido.


A educação é o “processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral, visando à sua melhor integração individual e social”; o ensino é a “transmissão de conhecimentos, informações ou esclarecimentos úteis ou indispensáveis à educação ou a um fim determinado” - (do Dicionário Aurélio Básico da Língua Portuguesa).


Com certeza, no mundo em que vivemos, precisamos contar com as instituições sociais, como a Família e a Escola, para uma educação mais ou menos formal que atenda às necessidades dos educandos em suas respectivas faixas etárias e particularidades.


A educação formal, entretanto, tem encontrado sérias dificuldades para levar a bom termo o seu mister. A primeira questão suscitada: “Educar, para que?” parece não ter ainda encontrado uma resposta de consenso.


Todavia, as leis naturais que regem o Universo e foram criadas por uma “Inteligência suprema, causa primária de todas as coisas” oferece os subsídios necessários para a definição providencial, segura e única da finalidade de educar.


As leis naturais são as únicas necessárias à felicidade do homem; elas lhe indicam o que ele deve fazer ou não fazer, e ele só se torna infeliz, porque delas se afasta.


Essas leis estão impressas na consciência de cada um de nós, mas nem todos as compreendem; essa compreensão, bem como o seu cumprimento, ocorre segundo o grau de perfeição a que se tenha chegado.


Entre as leis naturais, umas regulam o movimento e as relações da matéria bruta: são as leis físicas; seu estudo pertence ao domínio da Ciência. As outras concernem especialmente ao homem e às suas relações com a divindade e com os seus semelhantes. Compreendem as regras da vida do corpo e as da vida da alma; são as leis morais.


Na prática, em geral, as escolas ainda se restringem ao "ensino", em detrimento da "formação educacional".

Luiz Gonzaga S. Ferreira - Araraquara, 11/04/09

Fonte: Escola da Vida

08/04/2009

Ergonomia na Informática - Previna-se!

Ergonomia na Informática

Dores de costas? Dores no pulso? Olhos a arderem? São vários os problemas que um profissional que passa pelo menos 8 horas/dia em frente a um computador, mas isto dá para prevenir? Felizmente sim! Existe uma área que estuda este assunto em especifico designada por
ergonomia e é dela que vou falar, em concreto para a área da Informática!

Sintomas
São vários os sintomas que podem aparecer devido a uma má posição e utilização do computador, quando notar algum dos seguintes sintomas é recomendável que consulte o mais rapidamente um médico especializado na área! Quando mais cedo se tratar estes problemas mais fácil será de prevenir possíveis deficiências físicas provenientes do mau uso do computador!

O sintomas que se seguem podem ser notados ao usar o teclado/mouse ou até mesmo quando as mãos estiverem em repouso, como por exemplo enquanto dorme:
  • Formigamento, ardor e dormência
  • Irritação, dor contínua ou sensibilidade
  • Dor, latejamento ou inchaço
  • Tensão ou enrijecimento
  • Fraqueza ou calafrios
Estes distúrbios podem-se notar nas mãos, nos pulsos, nos braços, nos ombros, no pescoço e nas costas.

Ambiente de trabalho
A fadiga, o desconforto, tensão e outros tipos de mau estar podem estar diretamente relacionados com a configuração do seu ambiente de trabalho como tal uma potencial boa solução será ajustar o seu ambiente de trabalho de forma a estar com uma postura correta.

Existe uma série de princípios básicos que poderão prevenir os problemas atrás mencionados:
  • ajuste a posição do seu corpo e do seu computador,
  • evite estar o dia todo sentado,
  • procure estar relaxado se possível fazer vários intervalos durante o dia,
  • sempre que se sentir desconfortável procure alguma forma de alivio,
  • faça exercício físico, evite uma vida sedentária
Monitor
O monitor é provavelmente onde se manifestam os sintomas mais rápidamente, a radiação, o cansaço da vista, o ardor dos olhos e até mesmo os problemas de visão são sintomas que são mais fáceis de detectar e em que facilmente se encontra o "culpado" dos mesmos - o monitor.

Existem "regras" de boa utilização que podem evitar certos problemas mais graves. A postura é algo fundamental dito de uma forma global, mas focando a componente Monitor é necessário dar especial relevo à distância a que se está do computador! É recomendável estar a uma distância não inferior a 50cms e não superior a 1 metro do monitor.



A inclinação a que a cabeça está sujeita é algo bastante importante também, uma má posição pode dar origem a dores de pescoço e costas! É recomendável que a cabeça não esteja a mais de 35º para a esquerda/direita e não mais de 15º,20º para cima ou para baixo!



Teclado e Mouse
Evite ter os pulso tortos enquanto usa o teclado ou o mouse, deve evitar apoiar os pulso enquanto usa o teclado pois pode fazer com que os dedos e pulsos sejam flexionados para trás.




Os cotovelos devem estar ao nível do teclado e os ombros relaxados, isto para evitar tensões musculares.


Suporte de Documentos
Para quem faz bastante uso de documentos, livros, cadernos e todo esse material que pode ser necessário para as mais diversas tarefas durante a elaboração de um trabalho num computador, a forma como temos esse material disposto é algo que também merece estudo, pois também temos de ler e da mesma forma que temos de estar a uma certa distância do monitor é igualmente importante dispor os documentos de forma a não cansar a vista!

Use um suporte para documentos e coloque-o ao lado do monitor, desta forma evita estar constantemente a virar a cabeça para ler o documento e trabalhar no computador e ao mesmo tempo fica logo com uma distância igual dos olhos ao documento como dos olhos ao monitor.




Mesa
É em torno da mesa que todo este problema de ergonomia acaba por ser debatido, pois uma má disposição do hardware dá origem a uma má utilização do computador. Basicamente esta secção iria abranger todas as secções anteriormente discutidas, para evitar ser redundante apenas fica aqui uma sugestão de organização numa mesa.



Cadeira
A cadeira é o elemento que pode causar mais danos físicos! A forma como nos sentamos, ou até a própria cadeira em si pode dar origem a dores na coluna e nos músculos das costas, e cansaço.



Ter a cadeira demasiado alta faz com que tenhamos de estar mais curvados a escrever, ou a cadeira demasiado baixa faz com que sejamos forçados a ter os braços mais levantados para escrever e termos de olhar para cima para ler no monitor (já focado anteriormente). O ideial mesmo seria tentar conjugar tudo o que foi referido anteriormente de forma a que a cadeira esteja de forma a que o utilizador não tenha de estar em esforço tanto a ler como a usar o teclado.

Bibliografia:
Manual da HP em brasileiro
Blog de um ergonomista Português
OSHA Ergonomic Solutions: Computer Workstations eTool

Nota:
Todas as imagens foram retiradas dos sites anteriormente citados!
O artigo é apenas um artigo introdutório, recomendo vivamente a leitura dos sites da Bibliografia dado especial relevo ao artigo da OSHA Ergonomic Solutions.

03/04/2009

Dicas para etiqueta no trabalho

Etiqueta no trabalho, algumas dicas

 

Alimentação

- A anfitriã é quem dá o sinal para que os convidados se dirijam à mesa de jantar.

 

- Os talheres são colocados na ordem em que são utilizados, de fora para dentro.

 

- Ao sentar-se, coloque o guardanapo de tecido no colo.

 

- Limpe discretamente a boca com o guardanapo antes de beber qualquer coisa, para evitar que manchas de comida fiquem no copo.

 

- Não pique todos os alimentos para depois comê-los. Vá picando-os à medida em que os for comendo.

 

- Ao cortar os alimentos, utilize preferencialmente a faca com a mão direita.

 

- Não beba a água ou o vinho de uma única vez.

 

- Não assopre a sopa para esfriá-la.

 

- Não se debruce sobre o prato; leve o garfo até sua boca.

 

- Evite ruídos ao mastigar, bem como falar com a boca cheia de alimentos.

 

- Evite fumar à mesa.

 

- Se alguém ou você mesmo deixar cair algum alimento em seu colo ou roupa, limpe discretamente com o guardanapo e demonstre que não há importância.

 

- Evite palitos de dente.

 

- Em restaurantes, evite falar alto demais, chamar o garçom de "tio" ou coisa parecida, beber demais ou brindar ruidosamente.


Escritório

- Ao receber uma visita em sua sala, levante-se sempre e espere que da visita parta o gesto de estender a mão para o cumprimento. O aperto de mãos deve ser sempre firme, vigoroso e curto.

 

- Evite o chiclete - é deselegante.

 

- Cigarro - evite-o em ambientes com pouca ventilação ou ar condicionado. Não tome a iniciativa de acender um cigarro diante de um cliente ou visita, pois isto pode ser muito incômodo para ele.

 

- Atrasos - denotam falta de controle e de respeito com os outros.

 

- Linguagem - gírias devem ser usadas com moderação e palavrões não combinam nunca com o ambiente profissional. A correção do vocabulário é importante para a compreensão de suas idéias.

 

- Procure escutar seus colegas e, ao conversar, olhe-os nos olhos.

 

- Voz - procure controlar seu tom de voz, evitando excessos ou sussuros.

 

- Algumas qualidades que só ajudam: cooperação, aceitação dos outros, interesse pelo que faz, cuidado pessoal e disciplina, otimismo, auto-confiança.

 

- Evite: fofocas e maledicências, esnobismo, presunção e arrogância, animosidade e posturas agressivas, negativismo e indiferença, reclamações freqüentes, má apresentação pessoal.


Vestuário

- No trabalho, a mulher deve evitar: roupas muito decotadas, transparentes ou que deixem partes da lingerie à mostra; mini-saias; bermudas curtas e justas; moletons; roupas amassadas, manchadas ou rasgadas; meias de seda desfiadas; excesso de maquiagem ou de bijouterias; excesso de perfume; sandálias de dedo; cabelos maltratados.

 

- No trabalho, o homem deve evitar: combinações inadequadas - tons berrantes para a gravata só se a camisa for clara e o terno escuro); calças muito curtas; gravatas com comprimento exagerado (muito abaixo da altura do furo do cinto) ou insuficiente (acima do furo do cinto); peças muito justas ou folgadas demais; camisas com os punhos esgarçados; sapatos marrons com ternos azuis marinhos ou pretos; meias claras com ternos escuros; cintos extravagantes; paletós totalmente abotoados (o último botão deve ficar desabotoado).


Links com informações variadas sobre o tema:

Cláudia Matarazzo

Etiquetéssima

31/03/2009

10 dicas para criar um modelo de Currículo caprichado - Parte 1

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10 dicas para criar um modelo de Currículo caprichado -Parte 1

Conceito e Conteúdo

Por: Augusto Campos

Criar o seu currículo profissional e mantê-lo atualizado é uma atividade que ajuda a visualizar o andamento da sua carreira, e pode fazer a diferença na hora em que você precisar concorrer com outras pessoas por uma vaga, principalmente quando houver pré-seleção (a partir dos currículos, sem chance de um contato adicional) para ver quem passará para a fase das entrevistas.

Devido às minhas atividades profissionais, eu analiso dezenas de currículos de profissionais da área de informática todos os anos, e sempre me impressiono como pessoas com tanta intimidade com o computador podem ter tão pouca noção sobre fazer um documento facilmente legível, compreensível e pesquisável. Muitas vezes tenho a desagradável tarefa de pré-selecionar exclusivamente pelo currículo pessoas para agendar entrevistas para as vagas mais disputadas, e quando isso acontece, a forma de apresentação do currículo é muito importante.

 

Ao contrário do que o candidato pode pensar, isso não significa que aquele que tem o currículo mais caprichado leva vantagem (embora indiretamente leve), mas sim que aqueles que enviam um currículo desleixado ou incompleto acabam ficando para trás, porque as informações essenciais para a tomada da minha decisão acabam não estando tão acessíveis quanto deveriam - e isso certamente diz alguma coisa sobre o profissional que enviou aquele documento.

As dicas abaixo falam sobre conteúdo e formatação, e foram construídas a partir de um conjunto de artigos disponíveis na Internet (referenciados ao final) e da minha própria experiência profissional.

Elas não se aplicam tanto a currículos acadêmicos (Lattes e coisas assim), mas podem fazer a diferença crucial para você ser selecionado para a próxima vaga de emprego ou mesmo de estágio a que você for concorrer.

Você está lendo a parte 1, referente ao conteúdo do seu currículo. A parte 2, sobre o que fazer e o que evitar na edição e formatação visual do currículo, também já está disponível.

 Leia também: Entrevista de emprego: Como se sair bem 

10 dicas de conteúdo para criar um modelo de curriculum caprichado

Quando alguém for analisar se deve ou não contratar você, ou chamar você para uma entrevista, existe um determinado conjunto de informação que essa pessoa precisa ter à mão - e cabe a você encontrar este ponto de equilíbrio, sem deixar faltar nenhum dado essencial, nem colocar informações desnecessárias que possam prejudicar a análise.

Siga as seguintes dicas:

1- Nada de pressa. Prepare-se para dedicar algum tempo à tarefa de criar o seu currículo - ele não vai ficar pronto em 10 minutos, e certamente será um tempo bem empregado.

2- Faça um diagnóstico. Procure se informar (no site da empresa, na imprensa ou de outra forma) sobre o que fazem as empresas para as quais você vai entregar o currículo, e que tipo de profissionais elas procuram. Escreva os currículos dando destaque às características que você tem e que se adequem ao perfil que a empresa deseja.

3- Seja original. Para se inspirar, não há problema em ver modelos de currículos divulgados na imprensa ou em sites especializados, mas não os copie. Lembre-se que o seu avaliador provavelmente vai receber vários outros iguais a aquele modelo, e tudo o que você NÃO quer é ser apenas “mais um”

4- Seja localizável. As informações de contato são essenciais. Elas devem vir no alto, em destaque, na primeira folha. Não procure ser mais extensivo do que o necessário: para a minha análise, basta ter o nome completo, telefone fixo, telefone celular e e-mail (todos devem estar atualizados e corretos). Informar múltiplos telefones fixos ou múltiplos e-mails deve ser evitado, a não ser que você tenha uma boa justificativa - o mínimo que se espera de um possível contratado é que ele consiga decidir qual o seu telefone e o seu e-mail de contato.

5- Tenha um foco. Se você está procurando ao mesmo tempo uma colocação como professor de violão clássico e como programador web, faça um currículo separado para cada uma das vagas, sem misturar neles as aptidões tão diferentes entre si. Mas não tenha medo de mencionar (mas aí como nota adicional, sem destaque) no currículo para uma vaga técnica as suas aptidões artísticas ou humanas, ou vice-versa - as empresas não contratam robôs, e muitas vezes têm interesse em saber desde cedo como é a pessoa (e não apenas o profissional) que está contratando. O mesmo vale para atividades extra-curriculares, trabalhos voluntários e outros “extras”.

6- Seja claro, direto e verdadeiro. Um ponto essencial é incluir a informação correta e completa, de forma direta e concisa. Tentar mascarar informações que a empresa vá descobrir depois é um risco desnecessário, e pode levar a uma posterior avaliação negativa simplesmente pelo fato de você ter tentado.

7- Escreva de maneira informal, mas corretamente. Leia e releia, remova os erros de ortografia e gramática. Pontue, acentue. Entregue para alguém revisar, e verifique inclusive os dados e números. A última coisa que você quer é que o seu telefone de contato esteja errado. A penúltima coisa que você quer é que a presença de erros de digitação levem o seu avaliador a acreditar que você não é zeloso, ou que escreve mal.

8- Seja seletivo. Dificilmente o seu avaliador desejará saber onde você fez o pré-escolar, ou o estágio obrigatório para se formar no segundo grau. É provável que ele queira saber se você fez cursos de informática ou de formação profissional em alguma área, mas o número de vagas para as quais é relevante a informação de que você fez curso de piano quando tinha 12 anos é bastante limitado. Incluir este tipo de detalhe no currículo é praticamente uma confissão de que o candidato não tem nada de mais relevante para informar, ou que não tem discernimento do que é importante. Duas boas razões para sair da pilha dos currículos que serão chamados para a entrevista…

9- Inclua o essencial. Em um bom currículo, não podem faltar as informações de contato atualizadas, uma caracterização sobre você (nome completo, data de nascimento, cidade onde mora, estado civil, se tem filhos) dados sobre as experiências profissionais recentes (empregos, estágios - incluindo período e atividade desempenhada em cada um deles, no mínimo), a formação acadêmica (com detalhes apenas sobre as mais relevantes), e outras atividades e fatos que possam ajudar a definir você como profissional: participação em cursos e eventos, atividades como instrutor, atividades comunitárias, domínio de idiomas, aptidões adicionais (exemplo: dirigir, ter carro próprio…) e outros itens, desde que sejam relevantes para a vaga pretendida!

10- Capriche no visual. Claro que a parte mais importante do seu currículo é o conteúdo, mas você definitivamente não deseja causar má impressão. Imprima com capricho, e entregue originais (e não xerox) do seu currículo em cada empresa. Se você tiver que corrigir alguma coisa, simplesmente edite e imprima de novo, nada de alterar escrevendo com esferográfica sobre o seu original desatualizado. Lembre-se que se você caprichar, o seu currículo pode ser o primeiro contato que a empresa terá com você. Mas se você não caprichar, é provável que ele seja o último.

E lembre-se sempre: nada de excessos. A sabedoria está no equilíbrio!

 Fonte: Efetividade.net

 




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