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04/06/2009

Organize e mantenha a sua rede de contatos - networking

16 Dicas de Networking ou Rede de Relacionamentos

A rede de contatos ou networking é uma espécie de parceria onde as pessoas que fazem parte deste círculo de contatos trocam informações, influência e aprendizado profissional, e se ajudam mutuamente em ocasiões como: indicação para um novo emprego ou realização de um negócio.
 
Construir uma rede de relacionamentos é tão importante que já estão surgindo no mercado as agências de networking. Elas fazem agendamento de happy hour para executivos que querem ampliar sua rede de contatos. Um exemplo, é a Table for Six, de São Paulo, citada pela revista VOCÊ S.A (edição 101, novembro 2006) como uma agência de networking.
 
Vejamos algumas dicas práticas para um profissional desenvolver uma boa rede de contatos.
  • Dica 1 – desenvolva interesse genuíno pelas pessoas que pretende incluir em sua networking. Não procure as pessoas apenas quando estiver precisando de favor.
                 
  • Dica 2 – esteja sempre disponível para ajudar as pessoas de sua rede na medida de suas possibilidades, e sempre retribua um favor na mesma “moeda”.
                 
  • Dica 3 – tornar-se palestrante ou professor ajuda a criar um ciclo de contatos.
                   
  • Dica 4 – freqüentar cursos, palestras e convenções coloca o profissional em contato com pessoas de diversos setores.
            
  • Dica 5 – participar de associações, comitês e entidades gera muitos contatos profissionais.
           
  • Dica 6 – procure fazer contatos com pessoas de áreas diversas de seu setor de atividade.
        
  • Dica 7 – turbine a utilização de seu cartão de visita, utilize-o de maneira dinâmica.
          
  • Dica 8 – faça contatos personalizados, evite mandar e-mails para diversas pessoas ao mesmo tempo.
           
  • Dica 9 – quando indicar uma pessoa para outra de sua networking, avise antes, apresente-as.
           
  • Dica 10 – faça contatos freqüentes, uma boa dica é criar um networking no MSN e, sempre que possível, esteja presente trocando idéias com este grupo.
           
  • Dica 11 – evite falar muito nas conversas, procure ouvir mais e obter informações e conhecimento sobre as pessoas.
          
  • Dica 12 – procure mostrar sempre que você pode ser útil à sua rede de contatos.
           
  • Dica 13 – avise sempre o que está fazendo profissionalmente, seja trocando de emprego, realizando um novo empreendimento, escrevendo artigos, dando entrevistas, etc.
          
  • Dica 14 – tenha um blog e convide todos de sua rede de relacionamento para visitá-lo e contribuir com artigos e notícias.
          
  • Dica 15 – esteja sempre disponível para sua networking.
          
  • Dica 16 – lembre-se do nome das pessoas e data de aniversário.
            Social Networking Image 
Estas são algumas dicas de como construir e manter uma networking. Elas devem ser adaptadas a sua realidade, ao seu estilo profissional e ao seu perfil. Algumas combinarão melhor com você, outras não, mas é fundamental analisar todas elas e escolher as mais úteis para desenvolver sua rede de contatos.
Portanto, procure priorizar em sua vida profissional este importante meio de promoção pessoal, sempre com uma visão de médio e longo prazo, pois, como diz a sabedoria popular “o mundo dá muitas voltas”, e numa destas voltas uma pessoa de sua networking poderá desempenhar um papel fundamental em sua carreira. 

Marketing Por Ari Lima Assinar feed do autorE-mail jari_limaj@yahoo.com.br

Fonte: AlgoSobre

28/05/2009

Como falar em público - dicas

Como falar em público

 

Ramon Barros

Ramon Barros
Consultor de Imagem e Palestrante Motivacional com formação em Marketing. Atua no Senai, Senac, Faculdade da Serra, Faculdade de Tecnologia de Cachoeiro de Itapemirim e Faculdade de Direito de Cachoeiro de Itapemirim. É autor do áudio livro "Venda Mais com Sucesso".

+ textos de Ramon Barros

 

Diversas pesquisas mostram que o medo de falar em público é maior do que a morte, para as pessoas entrevistadas. Hoje em dia falar bem é um dos requisitos mais observados pelos gestores. Falar em público pode ser a sobrevivência de alguns profissionais em suas organizações. Por isso, estudar esta arte pode ser um diferencial na carreira e na vida pessoal de cada pessoa.

 

Todo ser humano tem condições de aprender a controlar o sistema nervoso e de se apresentar para um público pequeno, em uma reunião, por exemplo, e para uma grande platéia. Controlar o sistema nervoso é bem mais fácil do que se pensa e inúmeros exercícios nos ajudam a vencer as limitações.

 

Problemas de dicção podem ser resolvidos com profissionais como fonoaudiólogo ou otorrinolaringologista, que cuidam de diversos problemas que podem dificultar a fala. Eles trabalham, às vezes, em conjunto com dentistas, psicólogos, endocrinologistas, professores de canto e de oratória. Tudo para garantir que o profissional possa adquirir auto-estima e encarar o público sem medo ou inibição.

 

Lembro-me das minhas primeiras apresentações: o medo, o nervosismo, a secura na boca, as mãos trêmulas, a respiração acelerada. Excelentes o meu professor de teatro, fonoaudiólogo e outros profissionais que me ajudaram a vencer o medo e a inibição. Quando controlamos o sistema nervoso, e utilizamos a tensão em nosso favor, tudo muda radicalmente. Temos uma força e uma inspiração que é impossível de traduzir em palavras. Uma experiência pessoal de cada um, mas que aos poucos vai tornando-se um hábito e a cada nova experiência vamos ficando melhores, mais audaciosos, confiantes e começamos a despertar o interesse das pessoas que observam o um bom orador.

 

Além de se preparar, com cursos, treinamentos e todas as formas de trabalhar esta habilidade, vamos conhecer algumas dicas que se tornam importantíssimas para o profissional que precisa de falar bem em público:

 

Primeiro, lembre-se de que passar a impressão certa não basta: para ser efetiva, a impressão transmitida precisa corresponder à realidade. Mas todos nós já vimos apresentadores e palestrantes que dominam seu assunto, mas não transmitem uma boa imagem sobre si próprios, o que acaba impedindo que eles comuniquem adequadamente a sua mensagem.

Para soar inteligente: diminua um pouco o ritmo da sua fala, para se permitir selecionar as melhores opções de vocabulário ao mesmo tempo em que passa a imagem de reflexão.

 

Para demonstrar polidez: nunca responda perguntas com apenas "sim" ou "não". Forme frases completas: "Sim, eu o conheci em uma visita anterior", "Não, os dinossauros não coexistiram com o homo sapiens".

 

Para soar mais articulado: faça um esforço para pronunciar todos os fonemas de cada palavra, com atenção especial ao final de todas elas. Evitar usar mal palavras como "coisa" e "tipo...". Falar "hum", "éééé...", "bem" ou "né?", onde deveria haver apenas pausas. Evite gírias e palavras da moda. Entenda as demandas de sua audiência, e as satisfaça.

 

Domine o assunto sobre o qual irá falar - muitas pessoas se esquecem deste detalhe. Você precisa ser ouvido. Fale em voz alta o suficiente, pratique antes com o microfone, faça o que for necessário para poder ser ouvido com conforto e sem esforço.

 

Treine com antecedência a sua atitude diante de perguntas do público, para não fazer como a maioria dos palestrantes de primeira viagem, que mandam logo um longo "Ééééééé..." de 15 segundos, seguido do insuportável - "Veja bem". Comentar a pergunta em si, no estilo "Esta é uma ótima pergunta, e eu fico feliz que tenha surgido agora, porque ajuda a trazer o tema mais perto da realidade de vocês" - é uma estratégia eficaz para ganhar os segundos que você precisa para concatenar em sua mente a resposta em si. Pratique para ser natural.

 

Fonte: RH

12/05/2009

Vendedor: suas técnicas e estratégias …

Vendedor: suas técnicas e estratégias

Caio Lauer

 

Uma das atividades mais antigas exercidas pelo homem é a venda. Desde os tempos em que não tínhamos sistema monetário, as trocas materiais já eram realizadas, buscando algo mais benéfico para vida de cada um.


Acelerando o tempo e o espaço, já na época da industrialização, a profissão de vendedor tornou-se muito importante para as corporações e a variedade de serviços e produtos oferecidos aumentava cada vez mais. Enquanto, na antiguidade, a profissão era vista com certa marginalidade (caixeiros-viajantes, pessoas que não tinham muitas opções de ofício na época, vendiam produtos para sobrevivência), atualmente a profissão se tornou cada vez mais complexa, com técnicas, ações de marketing e grande preocupação com o relacionamento com o cliente.


O vendedor, normalmente, é o responsável por alcançar os objetivos mais importantes de qualquer empresa: o faturamento e a lucratividade. E quando se fala em equipe de vendas, o compromisso com metas e objetivos é essencial para o alcance geral. Sem esse comprometimento, o todo é atingido diretamente. Segundo Marcelo Ortega (www.marceloortega.com.br), vendedor, consultor e palestrante de vendas, é por isso que muitas empresas trocam tanto suas equipes e os vendedores por sua vez, ficam respeitando a lei 80/20: onde 20 % da equipe normalmente faz 80% do resultado. O empresariado valoriza o vendedor que faz parte dos 20%, aqueles que encaram metas como leis a serem cumpridas e trabalham como se a empresa fosse sua também. “O vendedor intraempreendedor é aquele que age como dono do negócio e por isso, é mais reconhecido e engajado na empresa”, enfatiza.

 
Uma camada na área comercial muito forte no Brasil são as vendas diretas, onde o vendedor autônomo representa uma empresa, oferecendo seus serviços e produtos – hoje o mercado de vendas diretas possui mais de 2 milhões de profissionais em todo país. O vendedor desse segmento tem características peculiares. “A venda direta tem uma rede de distribuição, uma capilaridade muito grande. O foco é oferecer serviços e produtos fora de estabelecimentos comerciais fixos, como shoppings, supermercados e lojas”, explica Lírio Cipriani, presidente da ABEVD (Associação Brasileira de Vendas Diretas). 88% dos produtos desse ramo são para cuidados pessoais, enquanto os outros 12% estão divididos entre produtos com fins nutricionais e de cuidados para o lar.

 
O conhecimento essencial em vendas é: quem compra e por que compra. Rastrear o público-alvo, saber seus costumes, perfis econômicos, faixa etária e salarial, segmento de atuação, detalhes pessoais como hobbies, modo de vida, meio social, valores, entre outros aspectos torna-se a isca para o sucesso. “Produtos parecidos, preços similares e qualidade nivelada é uma realidade de mercado a qualquer produto ou serviço. Sempre haverá um concorrente à altura e, portanto, quem quer competir com sucesso, precisa ter intimidade com o cliente”, explica Marcelo Ortega. Lírio Cipriani enfatiza que no ramo de vendas diretas esse relacionamento com o cliente é ainda mais estreito: “A própria descrição da atividade da venda direta é a distribuição de produtos para amigos, familiares, vizinhos, colegas de trabalho etc. E para conquistar credibilidade, é necessário também ter a garantia de uma empresa idônea por trás do vendedor”.

Já Ricardo Furlan, gerente de vendas da Attualitá Móveis e com experiência no cargo há mais de 6 anos, dá sua visão na prática: somente conhecendo seu público–alvo, você poderá escolher os produtos certos para tal local, fazer a arrumação da loja o "layout" com a "cara" do seu público, para que todos se sintam bem à vontade. Após uma pesquisa local, estipular uma situação de planos de pagamentos com produtos assim determinados a cada região e público”.


Planejamento, Estratégia & Ética

 
Parte fundamental no processo de conquista de mercado vem da preparação, planejamento e estratégia. O intuito é evitar queda nas vendas por motivos externos como crise econômica, negativas de clientes e falta de demanda em geral. Os vendedores, em tese, fazem seu próprio salário e a crise atual é um bom exemplo de como driblar adversidades. Nestas situações, quem oferece o produto ou serviço deve mudar conceitos, forma de trabalhar, a linguagem de venda e a capacidade de seduzir e atrair novos clientes.

 
Para exemplificar, Marcelo Ortega faz uma analogia com a limpeza de um guarda-roupa: “O lado positivo da crise, aproveitando esta analogia, é a reorganização que ela pode provocar, permitir e facilitar. Se sua empresa tem uma roupagem ultrapassada ou surrada, é hora de mudar. Deixe de lado aquilo que não tem mais utilidade, ou não está surtindo nenhum efeito e procure perceber se os discursos de vendas, os materiais promocionais, o marketing, a apresentação geral do negócio, da fachada a indumentária, tudo pode ser reformado, melhorado ou retomado, caso não se use mais”.

 
Outro ponto que deve ser ressaltado é o conceito ultrapassado de que o vendedor é um “enrolador”, que promete muito, mas o resultado nunca é a compatível às promessas. Mundo globalizado, concorrência acirrada e muitas opções não permitem mais profissionais desse tipo. A ética em vendas é um valor a ser disseminado em todas as camadas da cadeia de vendas, especialmente porque é fundamental o relacionamento duradouro com os clientes, tão disputados pela concorrência.
“Nós (ABEVD) temos um código de ética e conduta que as empresas divulgam para sua rede de distribuição”, explica Lírio Cipriani. Já Ricardo Furlan exemplifica uma situação na loja em que atua: “após a abordagem, perguntar para seu cliente o que procura. Mostrar o produto, e se puder mostrar vários modelos diferentes (mesmo aquele que ele não perguntou), você mostra. Pois assim, você irá mostrar que você está tão interessado em vender, como ele em comprar.


Vendedores precisam saber o que dizer, serem entendidos e obter informações dos clientes. O “saber perguntar e ouvir” é essencial. Funciona como base para planejar estratégias, aprimorar técnicas e estreitar relacionamentos.

 

Fonte: 

logoCathoblog

23/04/2009

11 dicas para ajudar a combater o stress

Dicas para combater o stress

 

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Na vida moderna, estamos sempre enfrentando situações de stress. Por um lado, o stress é uma parte essencial de nossa vida, proporcionando fatores sociológicos e até econômicos.

 
É impossível eliminar totalmente o stress. O objetivo, portanto é que cada um desenvolva técnicas pessoais de vitalidade, energia e progresso com equilíbrio mental e físico diante destas situações.


Por outro lado, o stress pode resultar em vários problemas médicos, que nos forçam a adotar atitudes de prevenção mental e física, aumentando nossa resistência ao stress.

 
Aqui vão algumas dicas para ajudar você a combater o stress:

 

1- Escreva !

 
· 60% a 90% dos processos de cura de doenças e do controle do estresse estão ligados à mente. Escrever aquilo que incomoda pode ajudar. Por meio da escrita é possível identificar os fatores estressantes.

 
2- Mude sua rotina!

 
· O trânsito diário tira você do sério? Talvez a única solução seja experimentar outros horários. Não adianta lutar contra o imutável. As cidades não terão redução dos congestionamentos.
 

3- Administre seu tempo!

 
· Faça uma avaliação séria e crítica sobre a rotina de trabalho. Faça uma conta simples: some as horas passadas no trabalho com aquelas de sono. Subtraia das horas do dia. O que sobrou é o seu tempo. Será que está reduzido demais? Tem gente que precisa agendar tudo. Até os momentos consigo mesmo.
 

· Acrescentar na agenda o horário para descansar, relaxar ou ir ao cinema faz parte de um processo de organização interna também.

 
4- Relaxe!

 
· A prática regular de alguma técnica de relaxamento tem efeitos profundos no sistema imunológico, além de ajudar a baixar a pressão arterial e a reduzir níveis altos de colesterol.

 
· Atividades de relaxamento como a yoga, a meditação, o tai chi chuan, entre outros, podem contribuir para o equilíbrio da mente e do corpo. Assistir um pouco de tevê ou tirar uma soneca podem não ter o mesmo efeito do que vinte minutos de meditação, por exemplo. O relaxamento ajuda o organismo a voltar ao normal, depois de um dia de agitação.

 
· Dá para reduzir a tensão por meio do relaxamento muscular progressivo. Posicione-se confortavelmente. Feche os olhos ou se concentre num espaço vazio à sua frente. Conte mentalmente três respirações. Cada vez que expirar, conte a respiração até atingir três. Concentre-se em contrair e relaxar os diversos músculos do corpo. Respire e relaxe, sempre. Aprenda, assim, a observar a diferença entre tensão e relaxamento.

 
· Inicie contraindo os músculos da testa e gradualmente trabalhe até os dedos dos pés. Ao terminar, perceba cada músculo do corpo, deixando que se tornem mais macios e soltos. Ao respirar fundo, permita que o expirar e inspirar se mantenha de maneira profunda e rítmica, relaxando cada vez mais.

 
· Colocar um CD, sentar numa poltrona e deixar o som entrar por cada poro pode ser bem relaxante. A música afeta diversos sentidos, além do auditivo. Estudos científicos demonstram que a música pode ajudar de maneiras diferentes -relaxando os músculos, diminuindo a sensibilidade a dor e diluindo emoções negativas.

  
5- Respire!

 
· Outra maneira de acalmar a mente é por meio da respiração: expirar e inspirar são fundamentais. Isso pode ajudar, inclusive, no autocontrole, durante momentos de pico de estresse, quando a respiração se torna curta e ofegante.

 
· Inspire lentamente, dilatando os músculos do abdômen como se fosse um balão. Muitas vezes é possível ver o abdômen se elevar. Após encher completamente os pulmões, segure a respiração por cinco segundos.

 
· Expire devagar pelo nariz ou pela boca, comprimindo os músculos
abdominais. Quando completar a respiração, inicie a seqüência novamente. Isso ajuda, também, a diminuir a ansiedade.

 
6- Sorria Mais !

 
· Gargalhar além de ser delicioso pode fazer um bem danado para o corpo. Muitas pesquisas têm sido feitas nessa área, em especial no que se relaciona aos neurotransmissores, secreções químicas do cérebro e algumas células nervosas, que recebem e transmitem mensagens entre si.

 

Desta forma, a risada leva o cérebro a bloquear a produção de substâncias químicas que barram a imunidade, como a cortisona. Ou pelo contrário, pode aumentar a secreção dos hormônios causadores de bem-estar. Se isso já não bastasse, o gargalhada exercita uma série de músculos. E, ao parar de rir, a pessoa entre num estado de relaxamento, com redução dos batimentos cardíacos e do ritmo da respiração. Ou seja, rir é muito bom em todos os sentidos .
 

7- Exercite-se!

 
· A prática regular de uma atividade física ajuda -e muito-a reduzir os efeitos negativos do estresse no organismo. Seja para liberar a raiva acumulada, as tensões ou o excesso de adrenalina.
 

· E para quem detesta academias, uma idéia é caminhar numa praça próxima, em ruas arborizadas, parques da cidade. O mínimo recomendado é três vezes por semana, por 20 minutos, de maneira vigorosa. Durante a atividade, o organismo libera substâncias que causam sensação de prazer. Além disso, a prática regular ajuda a dormir melhor, a ter mais pique no trabalho e dá mais vontade de cuidar de si mesmo, elevando a auto-estima e a autoconfiança.
 

8- Dedique-se a alguma coisa!

 
· Passear num local com muito verde ou mesmo praticar a jardinagem ajuda no equilíbrio emocional e a canalizar os efeitos negativos do estresse. O cuidado com as plantas acaba se transformando numa terapia informal para aliviar também a ansiedade.
 

· Mas o importante é cada um encontrar uma atividade prazerosa, como pintura, dança, canto, atividades voluntárias, culinária, etc.
 

9- Exponha-se ao SOL!

 
· Sair para caminhar com a luz do Sol. Estimular caminhadas para curtir a claridade do Sol tem efeitos benéficos para crianças e adultos. A importância da luz no estado emocional das pessoas foi descoberta há mais de dois mil anos. A exposição à luz natural aumenta a resistência a doenças infecciosas, melhora as condições de trabalho e o
humor.
 

· Biologicamente, acredita-se que a falta de luz natural afete a atividade das células nas suas funções básicas. A luz auxilia na regeneração e reconstrução das células e é um fator decisivo no estado de espírito.
 

10 - Pensamento Positivo SEMPRE!

 
· A maneira como se pensa tem uma influência poderosa sobre o corpo. E a mente determina a visão que cada um tem de si mesmo e do mundo ao redor. Transformar pensamentos negativos em positivos não é difícil. Só requer prática.
 

· Identifique o pensamento que incomoda. Em seguida, comece a trabalhar o oposto deste pensamento. Por exemplo, ao pensar 'eu não sou feliz', o pensamento negativo provavelmente será 'eu não mereço ser feliz, não sou uma pessoa de valor'. O oposto é 'eu gosto de mim e me aceito como sou'. Uma boa forma de validar isso é associar este pensamento a experiências boas, felizes. Mudanças de padrões mentais podem ser o pontapé inicial para a promoção de uma grande mudança de estilo de vida.

 

11 – Alimentação Saudável

 
. A qualidade de nossa alimentação e a forma como nos alimentamos repercute em nosso estado geral de saúde.

 
. Dê preferência a alimentos naturais (com a menor quantidade possível de conservantes), alimentos com alto teor de fibras e ricos em vitaminas e sais minerais. Beba muita água (cerca de um litro por dia) e procure alimentos com baixo teor calórico.

 
. Evite; sal, excesso de açúcar, alimentos ricos em gordura, colesterol e alimentos que contribuem para aumentar o stress (chocolate, café,...). As refeições devem ser efetuadas em horários regulares, ingerindo a comida lentamente.

 

Fontes: BelezaEstética.com  /  SiteMédico

21/04/2009

E você, tem jogo de cintura?

Você tem jogo de cintura?

 

 

Wagner Campos seta_baixo

Wagner Campos
Wagner Campos é Palestrante e Conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Diretor da True Consultoria. Administrador de empresas e Especialista em Marketing. Atuou em grandes empresas como Cia Cervejaria Brahma, Unibanco, Multibrás Eletrodomésticos, Bebidas Wilson e Sebrae. É autor do Livro "Vencendo Dia a Dia" e Coordenador e Prof. dos cursos de Marketing, Com. Exterior, Logística Empresarial e Recursos Humanos da Universidade Paulista – UNIP e Prof. e Coordenador do Curso de Marketing do Grupo Unianhanguera Educacional.

+ textos de Wagner Campos

 

Todos querem diferenciar-se no mercado de trabalho, ter uma boa remuneração e reconhecimento. Os requisitos em relação à qualificação dos profissionais estão cada vez maiores. A exigência mínima muitas vezes já começa com algum tipo de MBA, além da experiência profissional em empresas conceituadas, fluência em idiomas e pró-atividade.

 

Além de todas as características apontadas e de outras que são exigências particulares de cada organização é muito importante que você tenha mais uma: jogo de cintura. Se em um relacionamento afetivo você tem a opção de escolher com quem irá conviver, possivelmente não encontre a mesma oportunidade em relação a colegas de trabalho ou clientes. Poderão ser pessoas carismáticas ou muitíssimo mal humoradas. Aquelas que acham tudo difícil, não aceitam mudanças, não têm pró-atividade e provavelmente não gostem de "novatos".

 

Irritar-se, ignorar, discutir ou tentar agir de forma antiética, procurando um meio de "puxar o tapete" para se livrar delas não irá facilitar sua convivência. A melhor forma de lidar com esta situação é ter muito jogo de cintura, bom humor e um excelente relacionamento interpessoal.

Seja sempre otimista e bem humorado e assim você terá oportunidade de contagiar positivamente seus colegas de trabalho, inclusive aquele que vive com "cara amarrada". Seu carisma irá colaborar para a aproximação uns dos outros e, assim, melhorará o diálogo e a cooperação entre a equipe, favorecendo a interação entre todos. Um sorriso sincero quebra barreiras e abre portas para um bom relacionamento e oportunidades de negócios.

 

Caso seu perfil seja mais expressivo, tome o cuidado de não invadir a zona de conforto de seus colegas ou clientes. Os excessos podem criar uma imagem negativa junto às pessoas mais reservadas.

 

Muitas discussões ocorrem em virtude de problemas de comunicação. Saiba relevar e analisar se houve má compreensão sobre o assunto tratado. Atenção para a comunicação não verbal: o corpo "fala" muito e para alguns, "fala" bem diferente do que realmente está sendo dito. Cuidado com gestos agressivos, expressões de descaso, entonação de voz e sinais de nervosismo e perda de paciência.

 

Lembre-se que cada indivíduo possui princípios e valores pessoais diferentes uns dos outros. Precisamos compreender quais são esses valores para conseguirmos desenvolver um relacionamento amigável, salutar, positivo e, principalmente, produtivo.

 

Fonte: RH.com.br

11/04/2009

Educação X Ensino

A VIDA - EDUCAÇÃO E ENSINO




Em princípio podemos considerar a vida do ser humano como sendo o período de existênca entre o nascimento e a morte.


Há que se cogitar, todavia, da possibilidade de existência anterior ao nascimento e posterior à morte física.


Sem qualquer distinção de raça, de posição social, de crença religiosa, ou de qualquer outra diferenciação pessoal, estamos todos matriculados na mesma Escola da Vida que tem por escopo proporcionar ao homem a sua educação no mais amplo sentido.


A educação é o “processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral, visando à sua melhor integração individual e social”; o ensino é a “transmissão de conhecimentos, informações ou esclarecimentos úteis ou indispensáveis à educação ou a um fim determinado” - (do Dicionário Aurélio Básico da Língua Portuguesa).


Com certeza, no mundo em que vivemos, precisamos contar com as instituições sociais, como a Família e a Escola, para uma educação mais ou menos formal que atenda às necessidades dos educandos em suas respectivas faixas etárias e particularidades.


A educação formal, entretanto, tem encontrado sérias dificuldades para levar a bom termo o seu mister. A primeira questão suscitada: “Educar, para que?” parece não ter ainda encontrado uma resposta de consenso.


Todavia, as leis naturais que regem o Universo e foram criadas por uma “Inteligência suprema, causa primária de todas as coisas” oferece os subsídios necessários para a definição providencial, segura e única da finalidade de educar.


As leis naturais são as únicas necessárias à felicidade do homem; elas lhe indicam o que ele deve fazer ou não fazer, e ele só se torna infeliz, porque delas se afasta.


Essas leis estão impressas na consciência de cada um de nós, mas nem todos as compreendem; essa compreensão, bem como o seu cumprimento, ocorre segundo o grau de perfeição a que se tenha chegado.


Entre as leis naturais, umas regulam o movimento e as relações da matéria bruta: são as leis físicas; seu estudo pertence ao domínio da Ciência. As outras concernem especialmente ao homem e às suas relações com a divindade e com os seus semelhantes. Compreendem as regras da vida do corpo e as da vida da alma; são as leis morais.


Na prática, em geral, as escolas ainda se restringem ao "ensino", em detrimento da "formação educacional".

Luiz Gonzaga S. Ferreira - Araraquara, 11/04/09

Fonte: Escola da Vida

03/04/2009

Dicas para etiqueta no trabalho

Etiqueta no trabalho, algumas dicas

 

Alimentação

- A anfitriã é quem dá o sinal para que os convidados se dirijam à mesa de jantar.

 

- Os talheres são colocados na ordem em que são utilizados, de fora para dentro.

 

- Ao sentar-se, coloque o guardanapo de tecido no colo.

 

- Limpe discretamente a boca com o guardanapo antes de beber qualquer coisa, para evitar que manchas de comida fiquem no copo.

 

- Não pique todos os alimentos para depois comê-los. Vá picando-os à medida em que os for comendo.

 

- Ao cortar os alimentos, utilize preferencialmente a faca com a mão direita.

 

- Não beba a água ou o vinho de uma única vez.

 

- Não assopre a sopa para esfriá-la.

 

- Não se debruce sobre o prato; leve o garfo até sua boca.

 

- Evite ruídos ao mastigar, bem como falar com a boca cheia de alimentos.

 

- Evite fumar à mesa.

 

- Se alguém ou você mesmo deixar cair algum alimento em seu colo ou roupa, limpe discretamente com o guardanapo e demonstre que não há importância.

 

- Evite palitos de dente.

 

- Em restaurantes, evite falar alto demais, chamar o garçom de "tio" ou coisa parecida, beber demais ou brindar ruidosamente.


Escritório

- Ao receber uma visita em sua sala, levante-se sempre e espere que da visita parta o gesto de estender a mão para o cumprimento. O aperto de mãos deve ser sempre firme, vigoroso e curto.

 

- Evite o chiclete - é deselegante.

 

- Cigarro - evite-o em ambientes com pouca ventilação ou ar condicionado. Não tome a iniciativa de acender um cigarro diante de um cliente ou visita, pois isto pode ser muito incômodo para ele.

 

- Atrasos - denotam falta de controle e de respeito com os outros.

 

- Linguagem - gírias devem ser usadas com moderação e palavrões não combinam nunca com o ambiente profissional. A correção do vocabulário é importante para a compreensão de suas idéias.

 

- Procure escutar seus colegas e, ao conversar, olhe-os nos olhos.

 

- Voz - procure controlar seu tom de voz, evitando excessos ou sussuros.

 

- Algumas qualidades que só ajudam: cooperação, aceitação dos outros, interesse pelo que faz, cuidado pessoal e disciplina, otimismo, auto-confiança.

 

- Evite: fofocas e maledicências, esnobismo, presunção e arrogância, animosidade e posturas agressivas, negativismo e indiferença, reclamações freqüentes, má apresentação pessoal.


Vestuário

- No trabalho, a mulher deve evitar: roupas muito decotadas, transparentes ou que deixem partes da lingerie à mostra; mini-saias; bermudas curtas e justas; moletons; roupas amassadas, manchadas ou rasgadas; meias de seda desfiadas; excesso de maquiagem ou de bijouterias; excesso de perfume; sandálias de dedo; cabelos maltratados.

 

- No trabalho, o homem deve evitar: combinações inadequadas - tons berrantes para a gravata só se a camisa for clara e o terno escuro); calças muito curtas; gravatas com comprimento exagerado (muito abaixo da altura do furo do cinto) ou insuficiente (acima do furo do cinto); peças muito justas ou folgadas demais; camisas com os punhos esgarçados; sapatos marrons com ternos azuis marinhos ou pretos; meias claras com ternos escuros; cintos extravagantes; paletós totalmente abotoados (o último botão deve ficar desabotoado).


Links com informações variadas sobre o tema:

Cláudia Matarazzo

Etiquetéssima

23/03/2009

E você, é do tamanho de suas atitudes?

Você é do tamanho de suas atitudes

Evaldo Costa

 

Você é um profissional com muitos anos de experiência e acha que precisa reciclar seus conhecimentos? Você é um empresário que conseguiu prosperar, mas encontra dificuldades para manter a empresa nos trilhos do sucesso? Está começando a sua vida profissional e quer saber os desafios que terá pela frente? Se você respondeu sim a pelo menos uma das questões acima, recomendo que leia esse artigo com atenção, pois ele foi feito sob medida para você.

 

Vivemos uma época de grandes desafios em que tudo evolui rapidamente. As pessoas mudaram, os clientes não são mais os mesmos, o modo de gerir empresas e de ganhar dinheiro também não. Muitos dos que prosperaram tentam resistir às evidências, como se manter na zona de conforto, fosse possível. A sabedoria de mudar no tempo e na proporção exata são méritos de poucos. Já os que tentam resistir a esse cenário, pagam, quase sempre, um preço bem alto. Não importa qual seja o seu negócio. Ele será sempre um negócio de pessoas e não de produtos ou serviços.

 

Durante mais de três décadas, tenho prestado consultoria a várias organizações em todo o Brasil, entrevistado muitos executivos para posições estratégicas e, em algumas ocasiões, servindo como coach a empresários de sucesso. Quase sempre que sou solicitado é porque eles não conseguiram resolver sozinhos os seus problemas. Até aí nenhuma novidade, pois é assim mesmo que tem de ser. Afinal de contas, se percebemos o sintoma de uma doença o melhor mesmo é procurar um especialista para diagnosticar, não é mesmo?

 

Mas, o que mais chama atenção, é constatar que a maioria das demandas é para corrigir algo que não vem funcionando bem e poucas vezes para otimizar processos que estão fluindo naturalmente. Isso induz a crer que estamos sendo mais corretivos que proativos. Ou seja, como tendemos à zona de conforto, passamos boa parte do tempo apagando incêndios, quando poderíamos poupar muito mais energia se estivéssemos sempre realizando pequenos ajustes de rotas em direção às demandas do mercado.

Você concorda que não vendemos mais produtos e sim soluções? Se você concordou, e trabalha em uma empresa, vou lançar aqui um desafio: pegue, agora mesmo, enquanto lê esse artigo, papel e caneta e relacione três ações em andamento - não as que gostaria de implementar, mas que esteja realizando hoje - que garantirão sintonia fina com os anseios dos seus clientes, fornecedores e funcionários.

 

Feito isso, proponho que selecione mais três pessoas da organização (um superior, um subordinado e outro do mesmo nível que você) e peça que façam o mesmo. Daí, recomendo que verifique o seguinte: todos conseguiram identificar os pontos sugeridos? Os itens afloraram com espontaneidade, ou vocês tiveram que pensar um pouco antes de encontrá-los? Os tópicos relacionados foram coincidentes ou houve divergências? Se o exercício revelou sintonia perfeita, esteja certo de que há uma força motriz poderosa gerando sinergia para levá-lo aonde deseja, porém se isso não aconteceu é melhor repensar o seu negócio.

 

Vou tentar ajudar na reflexão sobre o assunto. Partindo do pressuposto que todos desejamos ter muitos clientes comprando de nós, que clamamos por um negócio rentável e próspero, desejamos clientes para sempre etc, então sabemos que respeitar o tempo deles - principalmente para os que vivem nos grandes centros urbanos - é importante, não é mesmo? Daí, eu pergunto: o que estamos fazendo para poupar o tempo do nosso cliente?

 

Recentemente, fui ao dentista para fazer exames preventivos. Marquei o primeiro horário disponível pela manhã, às 7h30. Foi à forma que encontrei de ter mais tempo livre para minhas atividades. Li quase tudo que havia na sala de espera. Eram 8h30 quando ela entrou elegante, perfumada e com os cabelos ainda molhados para começar o atendimento. Você acha que ela estava preocupada com o meu tempo? Você acha que eu gostei de esperar tanto e, ainda por cima, ter que mudar alguns compromissos? Você acha que eu pretendo ser um cliente fiel dela? Acertou na mosca se respondeu não a todas as questões.

 

Anualmente, faço uma bateria de exames para saber das minhas condições de saúde. Da última vez que o fiz, de posse dos exames e com antecedência de uma semana, marquei a consulta. Chegando lá, também, tive que esperar quase duas horas para ser atendido. Você acha que aquele médico estava preocupado com as minhas necessidades? Provavelmente, ele achou que eu fosse seu paciente, mas na verdade tudo que desejava seria ser seu cliente. Infelizmente, ele não entendeu assim e, eu não tive outra escolha, senão cobrar dele as duas horas que fiquei aguardando.

 

Minha esposa precisou trocar de carro e pediu-me que lhe ajudasse nesta tarefa. Como não dispúnhamos de muito tempo para visitar as lojas, mantivemos contatos, por telefone, com meia dúzia de vendedores no intervalo de uma semana. Adivinhe quantos deles retornaram os nossos telefonemas para nos oferecer um carro? Acertou se respondeu nenhum, até porque somente um dentre todos se interessou em pegar o nosso número de telefone. Daí, eu pergunto: eles estavam preocupados com o nosso problema? Acho que não, não é mesmo?

 

Nesses tempos, em que a qualidade dos serviços, o atendimento otimizado e o desejo de manter clientes encantados são as palavras de ordem; ganha aquele cuja atitude seja capaz de transformar visão em ação e desejo em realidade. E, nesse contexto, ser apto a atrair para o seu lado pessoas proativas, motivadas, bem preparadas e abertas a mudanças podem ser o limite entre o céu e o inferno. Lembre-se que acompanhados vamos mais longe e se pudermos contar com gente talentosa que vê nas dificuldades oportunidades, seguramente, iremos muito mais longe ainda e felizes.

Pense nisso, boa semana e até breve.

Evaldo Costa

Fonte: RH.com.br

18/02/2009

Desperte seu potencial

Desperte seu potencial

José Emilio Menegatti

O que você tem feito pelo seu potencial? A maior ameaça para ser tudo o que poderia ser é a satisfação com o que você é. O que você poderia ser é sempre prejudicado por aquilo que você tem feito. Há milhões de pessoas que sepultaram os seus talentos, dons e habilidades no cemitério de sua última realização.

Uma rápida vista de olhos pela história revela que os personagens que causaram impacto em suas gerações e afetaram dramaticamente o mundo foram pessoas que, devido a uma circunstância, pressão ou decisão, desafiaram seus limites, alargaram as barreiras da tradição e violaram expectativas. Grandes coisas jamais foram feitas dentro do comum que todos fazem.

Por que seguir um caminho se você pode fazer uma nova trilha? É dever de cada um perguntar a si mesmo sobre as seguintes questões:
• Temos nos tornado tudo aquilo de que somos capazes?
• Temos nos expandidos ao máximo?
• Temos feito o melhor que podemos?
• Temos usado nossos dons, talentos e habilidades até o limite?

Muitas pessoas não utilizam todo o seu potencial por não saberem que o tem. Quando compramos um vídeo cassete, por exemplo, as únicas funções que utilizamos é ligar, parar, pausa, ir e voltar. Se você pegar o controle do seu vídeo irá perceber a imensa quantidade de botões. Recusamo-nos a ler o manual e seguir as instruções contidas nele, com isso somos incapazes de utilizar o potencial máximo do produto. Eu nunca vi uma pessoa que soubesse utilizar todas as funções.

Em resumo, o desempenho desse produto foi restrito por mim e não pelo fabricante. Não importa a experiência que eu tive com ele ou a minha opinião dele, seu potencial sempre estará lá. É exatamente isso que acontece com você. Seu potencial está dentro de você, esperando ser liberado.

A comparação não é um bom negócio. Um dos maiores erros cometidos por nós, seres humanos, é a comparação; a medição de si mesmo conforme os padrões, os feitos ou as realizações das outras pessoas. Desde pequeno somos comparados aos nossos irmãos, aos filhos dos vizinhos ou a qualquer outra pessoa. Este espírito comparativo continua durante a adolescência e a idade adulta, tornando-se traumatizante, porque passamos a maior parte de nossas vidas tentando competir com os outros, comparando nossas realizações com outras pessoas do nosso meio e tentando viver de acordo com os seus modelos de aceitação.

Sempre que você compara os seus talentos e habilidades com os outros, quer favorável ou desfavoravelmente, desperdiça a oportunidade de se tornar melhor; tentando transformar em iguais, pessoas que são totalmente diferentes.

Durante a infância, minha família e eu viajávamos de carro e tínhamos o hábito de ficar pedindo para que o pai ultrapassasse todo mundo. Torcíamos para que ele conseguisse e comemorávamos muito fazendo caretas para o carro que acabávamos de deixar para trás. Mas teve um dia que um carro passou por nós tão rápido que eu e o meu irmão ficamos de boca aberta.

Embora o pai estivesse "liderando" todos os outros carros, aos olhos deles nós tínhamos sucesso, por que estávamos viajando bem mais rápido do que os outros. Quando comparado ao desempenho do nosso carro à sua verdadeira capacidade, não estávamos sendo bem-sucedidos, pois o veículo trafegava abaixo da sua capacidade máxima constituída pelo fabricante.

A lição aqui não é que o verdadeiro sucesso não é medido pelo quanto você fez ou realizou em comparação ao que outros fizeram; o verdadeiro sucesso é o que você fez comparado ao que você poderia ter feito. Em outras palavras, viver em plenitude é competir com você mesmo.

Em vez de sermos nós mesmos, ficamos preocupados em ser o que os outros acham que deveríamos ser. Sempre existirão pessoas que iremos superar e outras que nos superarão. Se competirmos com nós mesmos, e não com os outros, não importa quem está atrás ou na frente; nossa meta é nos tornar tudo aquilo que somos capazes de ser e de realizar, e isto acontece à medida da nossa satisfação. Todas as experiências que você terá durante a sua vida não eliminarão a capacidade de fazer tantas vezes forem necessárias.

Fonte: rh.com.br

10/02/2009

Você já sorriu hoje?


Você já sorriu hoje?
Especialistas comentam a importância do bom humor no ambiente de trabalho

Por Clarissa Janini

Tornar o ambiente de trabalho tão agradável como qualquer outro é o que nove entre dez especialistas da área de recursos humanos e motivação organizacional proferem na atualidade. Mas como cultivar o bom humor se as condições de trabalho e os colegas nem sempre são os mais satisfatórios? De acordo com os entrevistados do Empregos.com.br, o temperamento é algo intrínseco da personalidade da pessoa, mas pode ser trabalhado e melhorado.

O bom humor no trabalho não só torna as relações interpessoais mais agradáveis, como também “melhora a produtividade, ameniza pressões e o estresse”, segundo José Tolovi Júnior, presidente do Great Place to Work Institute. Para ele, identificar um profissional bem ou mal humorado começa já no processo de seleção. “Dá para perceber qual é o gênio da pessoa logo na conversa. Infelizmente, muitas empresas ainda levam mais em conta a parte técnica da pessoa, sem dar muita importância para a personalidade. Mais tarde, o perfil do profissional pode não casar com o estilo da empresa, gerando conflitos”.

“O bom humor estimula a produção de hormônios responsáveis pela sensação de prazer”, segundo Denise Manfredi, da Business School São Paulo. Ela também diz que “bom humor não se fabrica, mas pode ser melhorado com treinamentos e auto-conhecimento”. Mesmo assim, ela explica que existe um limite entre o bom humor construtivo e o destrutivo. “O sarcasmo e o preconceito podem vir disfarçados em forma de brincadeiras aparentemente inocentes. O líder deve ter a percepção em manifestações preconceituosas e tomar as devidas atitudes”.

Lidando com o mau humor
De acordo com Denise, quando surgiu o boom da gestão participativa nas empresas – em que os colaboradores possuem certa autonomia em relação à liderança – gerou-se também o conflito de o líder sentir, de certa maneira, sua autoridade ameaçada. “Empresas horizontais estimulam mais questionamentos e requerem maior auto-conhecimento corporativo”. Encontrar a harmonia entre as relações pessoais no trabalho nem sempre é fácil.

“O mal humorado pode ser uma tragédia, de acordo com o cargo da pessoa”, afirma o consultor Sérgio Becker. Ele diz que pessoas com esse tipo de personalidade são uma âncora para a empresa, pois não vão para frente e impedem os outros de evoluir. Ele dá algumas dicas de como identificá-los: “o mal humorado não celebra vitórias, não ri, não é criativo, não agrega, gosta de chamar a atenção, é conformado, quadrado, auto-referente, previsível, mistura pessoal com profissional, é simpático, mas não empático”. Ele ainda revela um dado interessante de uma pesquisa realizada por sua consultoria, a Becker Motivação e Mudança. “Em todos os treinamentos motivacionais que já fizemos, cerca de 75% dos profissionais conseguiram alguma melhora. O resto é do tipo que não muda, tem feedback negativo e não quer enxergar seus pontos fracos. Digo que essas pessoas são ‘muito abertas ao monólogo’”.

E o que fazer quando se é preciso lidar com esse tipo de profissional? De acordo com os entrevistados, se você não puder mudar de emprego, tenha o mínimo contato possível com o mal humorado. “Se a pessoa é excepcional tecnicamente e não pode ser dispensada, recomendo a ‘blindagem corporativa’”, diz Becker. Para Denise, nesses casos você deve se relacionar apenas profissionalmente, deixando o lado pessoal de fora. “Ou você aprende a lidar com isso ou é melhor sair da empresa”.

Fonte: www.empregos.com.br

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