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07/12/2008

ESPERAR PARA QUÊ?

ESPERAR PARA QUÊ?

(por Antônio Carlos Rodrigues*)



Esperar... Esperar... E esperar... Vivemos uma vida de esperas. Somos em essência um povo muito esperançoso por alimentarmos e exercitarmos a esperança, que é um sentimento virtuoso. Agora até onde esperar é algo efetivamente bom? Como identificar se já não esperamos demais que algo aconteça ou pelo melhor momento de fazer alguma coisa? O que é certo é que em nome da esperança muitas pessoas deixam para amanhã que poderiam fazer hoje. Acabam responsabilizando até mesmo a Divina Providência por algo que na verdade lhes compete.


Somos um país muito religioso. Aqui está a maior população católica do planeta e uma série de outras religiões tem aqui grande representatividade. E em tempos de novo Papa (Bento XVI, que Deus nos abençoe), somos lembrados disso a todo o momento. O certo é que muitos esperam que a solução de muitos problemas literalmente “caia dos céus”, quando na prática a solução estaria em atitudes próprias realizadas pela nossa vontade e decisão. A fé é um elemento importante na concretização de tudo que pretendemos, mas apenas ela não é capaz de muita coisa.


Acreditar, planejar e agir. Estas sim devem ser as bases que sustentam a idealização a estruturação e a concretização dos nossos objetivos. E você... Será que já não está na hora de colocar aquele seu projeto em prática? Não seria este o melhor momento? Deixar para depois, aguardando sabe-se lá que condições traz dois efeitos negativos: o primeiro é o próprio adiamento de uma situação. O segundo, é o fato de que quando deixamos para depois, nossa determinação e entusiasmo sofrem abalos que podem ser irrecuperáveis. Tendemos a desanimar e nossa convicção esmorece. Muitos dias depois, acabamos até por desistir das coisas, meramente por não ter colocado em prática no tempo adequado.


Antes de deixar seus planos de lado, ou simplesmente adia-los, reflita:


• Existiriam alternativas para viabilizar a execução imediata?

• Coloque a cabeça para pensar caso seja necessário, pense se pode obter ajuda externa.

• Reúna o máximo de informações sobre tudo que pretende. Apenas essa atitude: a de se informar melhor, já pode dar maior base às suas decisões.
• Considere alterar a sua idéia original, ajustando a própria viabilização da mesma. Acredite, radicalismo não é algo que ajude muito na execução de qualquer idéia.
• Divida com pessoas de confiança seus pensamentos e recolha opiniões diferentes, isso sempre é de grande utilidade, pois ninguém é absoluto.
• Dependendo do empreendimento, analise a possibilidade (e até a necessidade) de estabelecer parcerias, pois com elas pode ser muito mais fácil chegar a algum lugar.


Por fim, não desanime, não esmoreça ou perca as energias. Apenas, repense formas de não desistir dos seus objetivos. Agindo assim, você tem maiores chances de auto-realização e sucesso na carreira e na vida. Pense nisso e até a próxima!


* Antônio Carlos Rodrigues - Palestrante e consultor, presta assessoria à empresas e instituições nas áreas comercial e de marketing, gestão de imagem, liderança, vendas e atendimento, desenvolve projetos e políticas de marketing de relacionamento e fidelização de clientes: contato@marketingpessoal.com.br.



Fonte: Artigo extraído do site www.marketingpessoal.com.br

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